08/01/2012 08h18 - Atualizado em 08/01/2012 08h18

As polêmicas e as gafes famosas do carnaval

 

Fonte: MSN Brasil

 

SÃO PAULO - O Carnaval é época de festa, alegria e muita descontração. O problema é que ninguém está livre de imprevistos, e alguns acontecimentos podem gerar enorme repercussão.

Brigas, confusões, traições, tombos e falta de roupa. Confira quais foram as maiores saias justas, gafes e barracos da história do Carnaval.

 

Um dos casos de maior repercussão do Carnaval brasileiro aconteceu em 1989, quando a Beija-Flor desfilava com o enredo “Ratos e Urubus, Larguem a Minha Fantasia”. Joãosinho Trinta queria colocar um carro alegórico com a imagem do Cristo Redentor vestido de trapos, como um mendigo e, claro, a igreja Católica foi contra.

Após a proibição, a Beija-Flor teve uma das entradas mais impactantes da história do Carnaval. O carro abre-alas entrou na avenida, mas com o Cristo coberto por um enorme saco plástico preto e uma placa com a frase: “Mesmo proibido olhai por nós”.

Apesar do bafafá, a agremiação acabou empatada com a Imperatriz Leopoldinense, mas ficou com o segundo lugar graças aos critérios de desempate.

 

Ícone da Mangueira, Beth Carvalho está na lista graças a sua escola de samba do coração. Em 2007, após ser impedida de desfilar no carro dos baluartes da agremiação, a cantora se sentiu muito ofendida e acabou discutindo com toda a diretoria.

Na época, ela jurou que jamais voltaria para a Mangueira, a menos que recebesse um pedido formal de desculpas. O fato deixou o mundo do samba bem perplexo e Beth acabou desfilando pela Viradouro, em 2008. Assim que Ivo Meirelles chegou à presidência da escola, ele convocou a imprensa e se desculpou pelo ocorrido.

Assim, em 2010, a sambista voltou à sua escola, mas o incidente ficou registrado como uma das maiores saias justas do Carnaval

 

Uma nas maiores gafes do Carnaval aconteceu em 2008 e, mais uma vez, a Mangueira foi a protagonista. Um ano antes, quando todos aguardavam ansiosamente para ouvir que a agremiação faria uma homenagem em comemoração ao centenário de Cartola, fundador da Estação Primeira de Mangueira, a mesma anunciou que faria sim uma homenagem, mas ao centenário do frevo!

E assim aconteceu. A Viradouro decidiu reverenciar um dos maiores nomes do Carnaval, mesmo não sendo diretamente ligada à ele, enquanto a Mangueira praticamente ignorou a data. Somente em 2011, após reconhecer a falha, a Mangueira fez um desfile falando de Cartola.

 

Saia justa mesmo foi o que aconteceu em 2005. Depois de ter problemas com quase todos os seus carros alegóricos, a Portela corria sérios riscos de perder mais pontos por estourar o tempo limite de desfile, que pode durar até 80 minutos.

Para evitar mais punições, Nilo Figueiredo, então presidente da agremiação, mandou fechar os portões e deixou de fora dois carros, inclusive o da Velha Guarda da Portela. O fato não abalou somente o mundo do samba, mas também o público que assistia ao desfile. Inconformados com o ocorrido, os foliões não economizaram vaias para o presidente, que acabou assumindo o erro.

 

Luma de Oliveira não necessariamente passou por uma saia justa, mas deu o que falar em 1998. Assim que entrou na Marquês de Sapucaí, ela desfilou com uma coleira que trazia o nome do então marido, o empresário Eike Batista.

Polêmica armada. As feministas de plantão ficaram indignadas e chegaram a chamar a modelo de “Amélia”, por causa de sua submissão ao marido. Luma pareceu não dar importância ao fato e comentou que levou tudo na esportiva, afinal, Carnaval é época para brincar.

 

Elza Soares não deu muita sorte ao desfilar pela Mocidade Independente de Padre Miguel em 2010. A cantora veterana, aos 82 anos, passou a maior saia justa com o vestido, que deixou os seus seios à mostra durante sua passagem na Sapucaí.

 

Apesar de um desfile bonito, as coisas não foram nada boas para a Gaviões da Fiel em 2004. Um de seus carros alegóricos, que levava o gavião, quebrou no meio da avenida e foi empurrado de qualquer jeito pelos integrantes da agremiação.

Essa falta de controle fez com que caixas de som fossem arrancadas e quatro pessoas ficassem feridas. Para piorar a situação, o desespero foi tão grande que o carro também atingiu o relógio do Anhembi, causando ainda mais alvoroço.

Por causa disso, a Gaviões foi rebaixada

 

Chuva e resquícios de óleo na pista, cenário perfeito para tombos. Durante o desfile da Grande Rio, Ana Hickmann não conseguiu se equilibrar e acabou levando um tombo um tanto quanto fenomenal. Após tirar o salto e continuar sambando, a apresentadora foi novamente para o chão e, desta vez, precisou ser carregada até o camarote da escola.

 

Escandalizando o Carnaval de 1994, o finado e então presidente da República Itamar Franco caiu nessa lista graças a um detalhe que simplesmente todas as câmeras flagraram durante o evento.

Toda a Sapucaí aguardava ansiosamente a presença do presidente. Inclusive uma modelo chamada Lilian Ramos, na época destaque da Viradouro. Assim que Itamar chegou e o desfile da escola acabou, a modelo vestiu uma camiseta – no caso só uma camiseta – e foi cumprimentá-lo.

Após abraços calorosos, todos posaram para registrar o momento e, para a alegria dos fotógrafos, Lilian estava sem calcinha e acabou sendo flagrada pelas lentes ao lado de Itamar. Que coisa, não?!

 

Tudo bem que Carnaval é momento de descontração e que, com uma cerveja aqui e outra ali, relacionamentos relâmpagos eventualmente acontecem. Porém, no caso de Luana Piovani a história foi um pouquinho mais delicada.

Em 2000, a atriz já tinha um namoro de três anos com Rodrigo Santoro, mas acabou pulando a cerca no Carnaval e, claro, foi flagrada aos beijos com Cristiano Rangel, modelo, em Salvador. Após o incidente, Luana admitiu que não teve uma atitude louvável, mas à essa altura o seu relacionamento com o ator já tinha ido por água abaixo.

 

Algumas situações não podem ser previstas, muito menos julgadas. Foi exatamente o que aconteceu em 2011 com a Porto da Pedra. O seu último carro alegórico derramou óleo pela avenida.

Os garis da Companhia de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro (Comlurb) tentaram ajudar e jogaram serragem pela Sapucaí, mas o estrago já estava feito e, além dos tombos que foram muitos, a Beija-Flor, escola seguinte a desfilar, também atrasou o seu desfile.

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