11/01/2017 13h17

Campo Grande encerra 2016 com a 2ª maior inflação entre as capitais

Dados são do IPCA divulgado nesta quarta-feira (11), pelo IBGE. No ano, índice acumulado na capital sul-mato-grossense chegou a 7,52%.


Fonte: G1 MS

 
Grupo de produtos que incluem cereais, leguminosas e oleaginosas foi o que registrou maior alta em Campo Grande em 2016, 30,96%, segundo o IBGE (Foto: Reprodução/TV Morena) Grupo de produtos que incluem cereais, leguminosas e oleaginosas foi o que registrou maior alta em Campo Grande em 2016, 30,96%, segundo o IBGE (Foto: Reprodução/TV Morena)

Campo Grande registrou nos 12 meses de 2016 a segunda maior inflação entre as 13 capitais do país em que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mede o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (11), no acumulado do ano passado o percentual na cidade sul-mato-grossense atingiu os 7,52%, sendo superado apenas por Fortaleza, no Ceará, com 8,34% e bem acima do indicador nacional, que ficou em 6,29%.

No ano passado, conforme o IBGE, os dez grupos de produtos e itens que acumularam maior alta em Campo Grande foram os "cereais, leguminosas e oleaginosas", com 30,96%, seguido pelos "açúcares e derivados", com 28,91%, "leites e derivados", com 22,36%, "itens de papelaria", com 19,46%, "enlatados e conservas", com 18,35%, "óleos e gorduras", com 16,28%, "roupa infantil", com 16,13%, "pescados", com 15,94%, "sal e condimentos", com 14,96% e "fumo", com 14,28%.

Dados de dezembro

A exemplo do que ocorreu em todo o ano passado, especificamente em dezembro, Campo Grande também contabilizou a segunda maior inflação entre as capitais pesquisadas. O índice na cidade ficou em 0,70%, abaixo somente do apurado em Brasília, que atingiu 1,12%. No país, o percentual foi bem menor, 0,30%, conforme o IBGE.

Entre nove grupo de produtos pesquisados pela entidade, seis registraram alta de preço na cidade no mês. Os mais expressivos aumentos ocorreram no grupo de produtos e itens de "transporte", com 2,40%, seguido pelo "habitação", com 1,05 e "despesas pessoais", com 0,81%.

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