Programas sociais de Zeca emanciparam mais de 10 mil famílias em MS

Em oito anos, mais de 10 mil famílias beneficiadas pelos programas sociais foram emancipadas, conseguiram renda e pediram o desligamento do Bolsa Escola e Segurança Alimentar em Mato Grosso do Sul. No Governo Zeca do PT, os programas de proteção social beneficiaram cerca de 125 mil famílias entre 1999 e 2006.

O ciclo de desenvolvimento social, redução da miséria e evolução no nível de vida vivenciado pelos brasileiros no Governo Lula começou em 1999, com a eleição de Zeca do PT, em Mato Grosso do Sul.

A situação só não está melhor do que o Brasil porque o atual governador acabou com os programas sociais em 2007 e deixou milhares de famílias passando dificuldades por mais de um ano.

Ascenção

Zeca permitiu novos horizontes e desenvolvimento social para milhares de famílias. Em oito anos, 10,2 mil famílias conseguiram emprego e renda melhor e deixaram de depender dos programas sociais em Mato Grosso do Sul.

O Bolsa Escola e o Programa Segurança Alimentar não ficavam restritos ao pagamento da bolsa mensal de até R$ 136 e da cesta básica aos índios e sem-terra. O projeto oferecia cursos de qualificação profissional, alfabetização e de geração de renda.

Segundo a Setas (Secretaria Estadual de Trabalho e Assistência Social), o índice de analfabetismo teve redução de 66% entre os beneficiários dos programas sociais. O programa ainda acompanhou e assegurou a freqüência de 155 mil crianças e adolescentes na escola.

Transparência

Os programas sociais tinham transparência na gestão de Zeca do PT. A relação das famílias beneficiadas pelo Bolsa Escola e pelo Segurança era disponibilizada na internet para garantir ampla divulgação, permitir a fiscalização pela sociedade e evitar o pagamento de benefícios indevidamente.

De acordo com a candidata a suplente de senador, Gilda do PT, o site divulgava o nome dos contemplados e só preservava o endereço.

Nesta ano, um vereador do PMDB, do mesmo partido do governador, recorreu à Justiça para ter acesso à lista dos contemplados pelos programas atuais em Sete Quedas. Para evitar a fiscalização da sociedade e a auditagem nos números de beneficiários, o Governo recorreu para manter os dados inacessíveis.

Os programas sociais antes de 98 eram restritos a pouquíssimas famílias: o PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil) contemplava os filhos de trabalhadores em carvoarias; e o Vale Escola – versão urbana do PETI na Capital para atender as famílias que trabalhavam no lixão.

Transparência

  • Estado complementava o Bolsa Família para 2,2 mil famílias

  • MS Solidário – dava apoio e assistência técnica para 46 mil famílias de pequenos produtores rurais

  • Restaurante Popular – 300 refeições por dia ao custo de R$ 1 no Bairro Dom Antônio Barbosa, uma das regiões mais pobres de Campo Grande

  • 52 grupos de geração de renda e hortas comunitárias em 32 municípios

-Rede de proteção social voltada para atender idosos, portadores de deficiência e famílias em situação de risco

  • Prove Pantanal – 2 mil famílias de pequenos produtores rurais

  • Banco do Povo – 8.592 famílias

  • Bolsa Universitária e Bolsa Universitária Indígena – 4,4 mil estudantes

  • Bolsa Família do Lula beneficia 129 mil famílias. Quatro anos depois, de acordo com os dados do próprio governo do estado são atendidas apenas 50 mil famílias.

Fonte: Site Oficial Zeca do PT