06/09/2018 23h09

Presidenciáveis têm direito a equipe de segurança formada por 21 policiais federais

Proteção está prevista em lei. De acordo com a PF, 5 candidatos a presidente requisitaram, um dos quais Bolsonaro, alvo de atentado nesta quinta-feira durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG).


Fonte: Guilherme Mazui, G1, Brasília

 
Foto: Ilustrativa Foto: Ilustrativa

Cada candidato a presidente da República tem direito a uma equipe de segurança de 21 policiais federais especializados em dar proteção a autoridades. Nessa quinta-feira (6), o presidente Michel Temer determinou o reforço da segurança dos candidatos após o atentado contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) em Juiz de Fora (MG).

A Polícia Federal oferece uma equipe ao candidato, que pode aceitar ou não a segurança dos agentes. Segundo informou a PF, cinco presidenciáveis requisitaram, um dos quais Jair Bolsonaro, alvo de um atentado nesta quinta-feira (6) durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG).

A cessão da equipe depende de solicitação do candidato. Segundo informou a PF, cinco presidenciáveis requisitaram, entre os quais Bolsonaro. Até a última atualização desta reportagem, a PF não havia informado quais são os outros quatro.

Por lei, os candidatos à Presidência têm direito à segurança pessoal por meio de agentes da PF, a partir da homologação da candidatura em convenção partidária.

A PF seleciona agentes com experiência em segurança de autoridades para trabalhar com os candidatos à Presidência.

Segundo a instituição, embora cada equipe seja integrada por 21 agentes, o número de homens que acompanha os candidatos em cada evento é planejado de acordo com a necessidade e dos locais para onde o candidato se desloca.

Exército

O alto comando do Exército realizou uma reunião nesta quinta-feira por videoconferência na qual, segundo apurou a TV Globo, foi discutido o atentado contra Jair Bolsonaro.

Composto por generais, o alto-comando é um conselho permanente que assessora o comandante do Exército – o atual comandante é o general Eduardo Villas Bôas.

Segundo a assessoria do Exército, a reunião foi realizada por videoconferência e já estava prevista para ser realizada nesta quinta.

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