23/09/2018 11h00

Propagandas na internet e por telefone lideram denúncias nesta eleição

Denúncias foram feitas por eleitores na Justiça Eleitoral, que vai avaliar se houve irregularidades


Fonte: Leonardo Rocha/CG News

 
Divulgações. Divulgações.

As propagandas por mensagem eletrônica feitas pela internet e também por telefone (telemarketing) lideram as denúncias contra candidatos, na eleição em Mato Grosso do Sul. Estes dados estão no levantamento feito pelo TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul), que investiga os casos de irregularidades no Estado.

Das 54 denúncias que chegaram até este sábado (22) na Justiça Eleitoral, 14 foram por propagandas eletrônicas e telefone, o que representa 25,92% dos casos apresentados. A segunda maior incidência é sobre irregularidades na distribuição de materiais gráficos, como folhetos, santinhos, adesivos e outros impressos, com 09 denúncias.

Já a compra de voto que sempre liderou as denúncias do Tribunal, neste ano tem apenas 08 casos investigados até o momento. As propagandas em cinemas, lojas, clubes, templos, bares, centro comercial e estádios representam 07 (denúncias). Já eventuais pinturas de candidatos em muros, paredes e fachadas correspondem a 04 casos.

Propagandas em vias públicas, como uso irregular de bandeiras têm três denúncias, mesmo número de casos direcionados aos outdoor. Ainda aparecem reclamações sobre reuniões políticas (2), propaganda antecipada (1), carreatas e passeatas (1), carros de som (1) e eventuais irregularidades em debates ou entrevistas (1).

Cidades - As denúncias vieram de 12 municípios do Estado, sendo que Campo Grande lidera com 38 casos. Depois aparecem cidades como Três Lagoas (3), Corumbá (2), Coxim (2) e Dourados (2). Em alguns municípios tiveram apenas uma denúncia cada: Aquidauana, Bela Vista, Bonito, Eldorado, Glória de Dourados, Maracaju e Rochedo.

O eleitor pode fazer as denúncias por meio do "Web Denúncia", que fica no site no TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul). Lá depois de fazer o cadastro, poderá inclusive acompanhar o andamento da investigação sobre o caso, que vai ser avaliado pela Justiça Eleitoral.

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