A senadora Marisa Serrano tem criticado a postura de parlamentares que vem se dedicando exclusivamente em intermediar recursos federais para os Estados e municípios, elegendo essa modalidade de atuação como ponto central de suas campanhas eleitorais. “A função do parlamentar pela Constituição Federal é acompanhar e fiscalizar o trabalho do Executivo, além de criar e votar as leis que possam melhorar a vida da população”.
Para a senadora sul-mato-grossense a busca de recursos “é uma atividade importante desde que o parlamentar trate o assunto de maneira ética e republicana”, comentou, lembrando que isso pode levar a distorções como os fatos escandalosos que vem marcando o município de Dourados e o Estado do Amapá.
“O senado não pode se reduzir ao mero papel de agenciador de recursos porque isso provoca distorções institucionais. Os senadores devem se voltar cada vez para garantir transformações que levem a um novo Pacto Federativo e maior independência dos Poderes”, comentou, ressaltando que, de forma contrária, “a democracia brasileira estará cada vez mais se fragilizando”.
Para ela, os senadores e deputados federais devem ser julgados de maneira ampla em decorrência de todas as suas ações institucionais. “Isso eu tenho procurado realizar, pois sou considerada pela imprensa nacional como uma das senadoras mais influentes do Congresso Nacional, visto que apresentei 51 projetos de lei que estão tramitando na Câmara e no Senado, além de ser uma das representantes do Brasil no parlamento do Mercosul”, afirmou.
Marisa tem criticado o Governo Lula por não estar cumprindo o dever constitucional de “transferir corretamente as emendas parlamentares a que todos que deviam ter direito, visto que nos governos anteriores essa era uma regra que sempre foi obedecida, independentemente de partido político a que pertencíamos”.
Neste sentido, a senadora lembrou que o Governo Federal concentra 60% dos recursos provenientes dos impostos que a sociedade paga, o que lhe obriga a investir nos Estados e municípios de maneira isonômica, sem partidarismos.
“Creio que vamos evoluir para um sistema menos discriminatório no futuro e, quem sabe, ainda veremos o tempo em que os recursos federais serão destinados aos Estados e municípios por meio do critério que olhem para suas reais necessidades, com base no seu IDH (índice de Desenvolvimento Humano)”.
Fonte: Assessoria de Imprensa Marisa Serrano
