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domingo, 9 de agosto de 2026

Secretário de Assistência Social repudia ato do presidente do PT de Amambai

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Em nota à imprensa divulgada nesta terça-feira (25), o secretário municipal de Assistência Social da Prefeitura de Amambai, Gilmar Amaral, vê com muito destempero e autoritarismo, além de acusar de golpe, a atitude tomada pelo presidente do diretório municipal do PT, Mauro Lima, em romper com a administração municipal e dizer que ele (Gilmar) não foi indicado pelo Partido.

“O senhor Mauro, além do despreparo para o cargo, vem cometendo diversos “crimes” contra o estatuto do PT, entre eles a destituição arbitrária dos membros da executiva e do diretório, nomeação de pessoas para tais cargos sem que tivessem participado do PED 2009 – que é o instrumento legitimo dentro do PT, nomeação para o diretório de pessoas que nem filiados ao PT são e criação de novos cargos na executiva para tentarem ter a maioria”, acusa Gilmar. E continua ele: “sem contar que normalmente quem preside as reuniões é uma pessoa que é filiada em Dourados (se é que é), cujo titulo de eleitor pertence aquele município – portanto não faz parte do PT de Amambai, tratando-se do professor Jocimar Lomba”.

Gilmar Amaral lembra ainda que todo o processo para decisão de apoio ao prefeito Dirceu Lanzarini (PR) foi de forma transparente, com o aval do diretório regional e na presença dos deputados federais Vander Loubet e Biffi, do senador Delcídio Amaral e do ex-governador Zeca do PT. Gilmar ressalta em nota divulgada hoje, 25, que Amambai foi um dos municípios onde houve união e consenso do PT Estadual à coligação com o atual prefeito e que seu nome para ocupar o cargo de secretário foi uma decisão do partido. “O Mauro sempre foi omisso e não participava das reuniões, por isso, não sabe o que está falando”, afirma Gilmar Amaral. O secretário repudia o ato do presidente e de um grupo de pessoas que, segundo a nota, se dizem petistas e que tentam dar o golpe e de colocarem o PT de Amambai em constrangimento.

Por fim, continua ele na nota, registramos que não aceitamos golpismo dentro do PT. Acreditamos que toda ação partidária tem que ser amplamente discutida e encaminhada dentro das instâncias de direção, fato que não ocorreu em Amambai. É importante salientar que essa tentativa de macular o processo construído até agora não tem amparo legal dentro do estatuto do PT, onde, dos nove membros que votaram pelo rompimento, sete não participaram do PED 2009 e alguns nem filiados em Amambai são – foram colocados arbitrariamente pelo presidente e seu grupo, fato este que já estamos recorrendo a Direção Estadual. “Estamos solicitando o imediato afastamento do senhor Mauro da presidência do PT/Amambai e a intervenção do Diretório Estadual, fundamentado nos atos dele (Mauro) em colocar no Diretório e na Executiva pessoas que não fizeram parte da chapa eleita no último PED 2009 bem como a recomposição do Diretório e Executiva, portanto, a reunião e a decisão tomada no dia 22 de janeiro de 2001, não tem legitimidade”, conclui o secretário na nota assinada por ele.

Gilmar Amaral com o candidato a governador, Zeca do PT, durante visita ao comércio de Amambai.

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