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segunda-feira, 22 de junho de 2026

Caprichosos exalta amor a Corumbá e fecha desfile do grupo 2

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Nem mesmo a chuva que caiu nos primeiros minutos desta segunda-feira (07) atrapalhou o desfile da Caprichosos de Corumbá. No momento da descia pela Rua Frei Mariano, primeira parte da Passarela do Samba, chovia forte, o que provocou um problema com um dos músicos, logo contornado. Som restabelecido, os integrantes da agremiação puderam passear pela Passarela, esbanjando amor à Cidade Branca, exaltada ainda na concentração, com todos cantando o Hino de Corumbá.

A Caprichosos encerrou o desfile do grupo 2, o de acesso. Homenageou personalidades que deixaram a cidade e se destacaram em outras regiões. Proporcionou um belo momento, esbanjou muita alegria e descontração na Passarela do Samba. A agremiação, fundada em 29 de setembro de 2005, cantou e encantou a todos o seu samba enredo ‘Volta pra casa – Orgulho Pantaneiro, o progresso que chegou’, de autoria de Pedro Jorge de Castro, o Pedrão, e João Batista de Silva e Souza.

Presidida por Arturo Ardaya, a Caprichosos fez um belo desfile, como previa o seu carnavalesco Kiro Panovitch. Desfilou com cerca de 950 pessoas, distribuídas em 12 alas e cinco carros alegóricos. Predominou suas cores vermelho, azul e branco e lembrou personalidades como Fadel Yunes, Bolívar Porto, Luis Cambará, Neide Elliot, Kid Noel, Alcides Bernal, Marisa Mujica, Paula Mihran, Orlando da Gaita, entre outros.

Buscou trazer o sentimento enraizado na alma dos corumbaenses, residentes aqui e em outras cidades, que venceram, prosperaram, mas que sempre mantiveram o desejo de retornar às origens. Por meio do Trem do Pantanal, simbolizou a viagens que tantos corumbaenses e ladarenses fizeram, “que agora queremos de volta, tanto o trem como os nossos que estão longe hoje”, pregou Arturo. Uma réplica do trem pantaneiro veio logo após a comissão de frente, coreografada por Joilson Cruz, todos com suas malas, viajantes. O carro abre-alas, o La Barranca com suas mesas e guarda-sol, ponto de encontro dos anos 60, sem se esquecer do símbolo da escola, a onça pintada, com direito a presença de personalidades.

Neide Elliot foi lembrada nas alas das baianas; Claudionor Duarte na ala da Justiça; Mário Calábria na ala da Alemanha; Fadel Yunes na ala da Maçonaria; Orieth Bey no segundo carro alegórico Paranormal e Mágico. Paula Mihran e Orlando da Gaita foram reverenciados na ala da divina música; Du Monteiro e Dionísio, na ala do futebol; de Brasília veio a lembrança de Delcídio do Amaral; Andersen Navarro no Terra da Gente; Sônia Ruas Rolon na ala das bailarinas; Jonir Figueiredo na ala dos artistas plásticos; Luis Cambará na ala da primavera; Neil Brasil na dos estilistas.

A escola fez uma referência especial ao progresso, presente hoje em Corumbá, como um dos fortes motivos para o retorno das personalidades que deixaram a região pequenos, mas que são esperados de braços abertos. O progresso que chegou foi destacado pela sua bateria, integrada por 120 ritimistas, e pela rainha da bateria Roana.

Antônio Carlos – Assessoria de Comunicação Instituciona

A agremiação proporcionou um belo espetáculo, levantou o público e nem a chuva atrapalhou

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