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terça-feira, 5 de maio de 2026

PM encontra adolescente e prova não estar envolvida no desaparecimento

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A Polícia Militar de Mato Grosso do Sul esclareceu, na noite de ontem, ocorrência de desaparecimento de um adolescente de 16 anos. A corporação e parte de seus membros foi acusada de ser a responsável pelo sumiço do garoto, mas conseguiram localizá-lo e provar, sem sombra de dúvidas, não ter qualquer ligação com o caso.

A errônea acusação se deu em virtude da mãe do adolescente ter procurado o Ministério Público Estadual para dizer que o garoto havia desaparecido logo após ser abordado por policiais militares e que, testemunhas afirmavam que o adolescente havia sido colocado num camburão da PM. Na sequência, outras entidades como a Comissão de Direitos Humanos da OAB/MS e órgãos de imprensa encamparam a versão e fizeram fortes acusações à PMMS.

A instituição policial militar foi a público e contou o que realmente havia acontecido. Na noite de terça-feira, a PM havia sido solicitada via 190 para atender ocorrência de disparo de arma de fogo no jardim Imperial. Uma viatura do 9º BPM e outra da Cigcoe – Companhia Independente de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais se dirigiram para a região para efetuar rondas e localizar os autores. Numa das ruas, os PMs fizeram a abordagem do adolescente e, em seguida o liberaram, não tendo mais contato ou conhecimento do paradeiro do garoto.

Mesmo diante das declarações dos policiais militares, o MPE, a OAB, alguns órgãos de imprensa e a família do adolescente continuaram a acusar a PMMS e os policiais que atenderam a ocorrência. Ainda que confiasse em seus membros, o comando-geral determinou a abertura do inquérito policial militar, na tarde de ontem, horas após as denúncias.

Inconformada com falsa acusação, a Cigcoe organizou equipes para buscar e localizar o adolescente. Baseados em informações de que o garoto não tinha endereço fixo e vivia de favor na casa de amigos, os policiais militares checaram os possíveis pontos de pouso e encontraram o adolescente na residência de dois colegas, no jardim Anache. O trio então foi conduzido, junto com a mãe do garoto para a Corregedoria da Polícia Militar e depois para a Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e à Juventude (Deaij) para prestar esclarecimentos.

O comando da PMMS decidiu que irá buscar reparação dos danos sofridos em virtude das errôneas acusações. “Nós iremos acionar juridicamente, via Procuradoria Geral do Estado, todos os que acusaram injustamente a instituição e também vamos orientar os policiais militares envolvidos na ocorrência a fazerem o mesmo. Nossos homens são treinados para dar segurança à população e não praticariam atos que violassem a integridade física e moral de qualquer pessoa. A instituição está comprometida com a segurança do cidadão e com o cumprimento das leis”, afirmou o comandante-geral, coronel Carlos Alberto David dos Santos.

Fonte: Notícias MS

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