Uma hidrelétrica no Rio Coxim, seis pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), das quais, três no Rio Jauru e três no Rio Taquari. Sete anos depois dos prejuízos ambientais causados pela Usina Hidrelétrica Ponte de Pedra do Rio Correntes (174 megawatts ) o assoreamento inquieta ribeirinhos, pescadores, políticos e desafia especialistas.
O assoreamento em vários pontos do rio é grave, podendo alcançar o Rio Piquiri, um dos mais importantes do Pantanal. Além da Ponte de Pedra movimentar artificialmente as águas do Rio Correntes, as PCHs são uma incógnita.
Na região entre o Rio Correntes até o seu encontro com o Rio Piquiri, a Ponte de Pedra é uma parte, a maior talvez, dos problemas hidroambientais. Estradas malplanejadas provocam a erosão do solo.
A aplicação de agrotóxicos em lavouras agrícolas piora a situação adverte o coordenador técnico do Consórcio Intermunicipal de Defesa Sustentável da Bacia do RioTaquari (Cointa), Nilo Peçanha Coelho Filho. Ele é engenheiro civil, biólogo, historiador e gestor ambiental.
Fonte: Correio do Estado

