14/12/2011 14h45 – Atualizado em 14/12/2011 14h45
Fernanda Moreira / Da Redação
A Associação Viva Vida de Amambai (AVVA) entregou na noite desta terça-feira (13), às 19h30, certificados do curso de Corte e Costura oferecido gratuitamente para a população. Foram ao todo sete certificados entregues pelo presidente da AVVA, Sérgio Barbosa.
A cerimônia de entrega contou também com uma apresentação da Orquestra de Violões da Associação Casa Paraguaia, coordenada pelo advogado Odil Puques, e participação da Pastoral da Criança da Igreja Católica de Amambai, através da coordenadora municipal da Pastoral, Dilva Moreira Soares.
A Associação Viva Vida Amambai funciona no prédio do antigo Centro de Educação Infantil Viva Vida, conhecido como Centrinho.
Atualmente, no prédio da AVVA, funcionam o curso de Corte e Costura, as aulas da Orquestra de Violões, em parceria com a Associação Casa Paraguaia, o Laboratório de Informática, iniciativa da AVVA, e uma sala de alfabetização de adultos, em parceria com o governo do estado.
O objetivo dos cursos oferecidos pela AVVA é promover a geração doméstica de renda, onde a dona de casa, através dos conhecimentos adquiridos no curso, pode incrementar sua renda, fazendo trabalhos de costura, artesanato e outros. “É uma atividade que vai complementar a renda caseira, criando uma economia doméstica para as pessoas, além de ser uma distração para quem não tem uma ocupação, faz o curso para passar o tempo e ainda ganha um dinheiro extra”, explica Sérgio Barbosa.
Para Sérgio, o curso realizado de julho a dezembro deste ano, alcançou as expectativas e terá continuidade no ano de 2012. “Foi muito importante, pois teve bastante participação das pessoas, tanto que para o ano que vem, nós pensamos em ampliar o curso e trazer mais opções também e tudo gratuito, feito com recursos próprios da Associação”, diz o presidente.
Receberam o certificado de realização do curso de Corte e Costura as formandas Elza Cubilha Domingues, Luciana Ramires, Leoni Fischer, Ramona Cleudima Vicente, Susamar Holosbach Machado, Virmalice Dutra de Oliveira e Zelir Soares Ferreira Valenzuela.
A aluna Susamar falou em nome de todas as formandas. “O melhor foi a convivência com as colegas, essa convivência foi uma lição de vida, e quem sabe, eu no futuro possa vir dar aula aqui”, disse ela.
A professora do curso, Cleusa Moreira, salientou que muitas das alunas começaram do nada e durante as aulas foram desenvolvendo. “Teve gente que não sabia colocar a linha na agulha e está saindo do curso tendo capacidade de confeccionar uma peça de roupa. Com isso, a cidade ganha ainda mais mão de obra especializada”, conclui a professora.

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