02/04/2012 14h15 – Atualizado em 02/04/2012 14h15
Fonte: Da Redação
Membros do Rotaract de Amambai, clube de jovens do Rotary Club, levaram na noite da quinta-feira (29), um grupo de crianças moradoras da Casa Acolhida Fraterna, antigo Lar do Menor para assistir uma apresentação do Circo Teatro Pisca Pisca, que está em Amambai.
Renato Segatto, presidente do Rotaract, explicou a iniciativa. “Nós queríamos oferecer uma diversão para essas crianças da Casa. Nós procuramos a presidência e assinamos um termo de responsabilidade para trazer os menores”, disse Renato.
Foram levados quatro crianças da Casa Acolhida Fraterna, sendo uma menina e três rapazes. O mais novo, de 10 anos, nunca havia assistido um espetáculo de circo. Por isso, ele olhava todos os detalhes com admiração de quem quer decorar tudo que está vendo. Os outros rapazes, de 17 e 18 anos, comentaram que é bom sair assim para se divertir.
“É bom vir no circo, é uma coisa diferente que a gente faz durante a semana. Quando a gente fica em casa só fica vendo TV ou conversando, sair pra se divertir no circo é muito melhor”, diz o mais velho.
Os companheiros de Rotaract, Rosi e Valmir, acompanharam a visita das crianças ao Circo Teatro Pisca Pisca, compraram pipocas, refrigerantes e outros doces pras crianças.
Sobre a Casa Acolhida Fraterna
Com 24 anos de existência, a Casa Acolhida Fraterna já abrigou desde seu início centenas de crianças e adolescentes e atualmente cuida de oito menores de idade e um jovem de 18 anos que desde os 15 é abrigado pela instituição.
Fundada pelo Lions Club com apoio da Prefeitura, do Juizado de Menores e do CBIA, até o ano de 2007 era mantida por entidades filantrópicas da cidade. A partir de então passou a receber subsídios da Prefeitura, órgão que mantém a instituição até os dias atuais.
No total, cinco funcionários são responsáveis pela manutenção das instalações que se revezam trabalhando durante dia e noite para garantir segurança e qualidade de vida para as crianças.
Todas as crianças estão matriculadas e seguindo o calendário estudantil. Fora do horário escolar as crianças desenvolvem várias atividades.
A mais comum forma de chegada das crianças no instituto é por intermédio do Conselho Tutelar por ordem judicial. Ao chegarem ao abrigo, as crianças recebem diversas consultas médicas, odontológicas e psicológicas, para atestar a real situação em que se encontram, e essas consultas continuam a ocorrer periodicamente.
Ao todo, em 2011, foram adotadas sete crianças, e esse ano a instituição preparou mais dois para receberem um novo lar. A Casa Colhida Fraterna está aberta para receber doações e visitas.
Todos os domingos está liberada a entrada de visitantes que queiram conhecer a rotina de vida das crianças e demonstrar carinho pelas mesmas.
Com informações de A Gazeta News

-
Content section component
-

-

