11/05/2012 19h57 – Atualizado em 11/05/2012 19h57
Fonte: Da Redação
O Dia Nacional da Matemática é comemorado em 6 de maio, de acordo com Lei aprovada pelo congresso Nacional em 2004, de autoria da deputada professora Raquel Teixeira. A escolha desse dia tem como motivação a data de nascimento do professor Julio César de Mello e Souza, mais conhecido como Malba Tahan.
Para comemorar a data e incentivar o estudo da Matemática, coordenação e professores da Escola Estadual Cel. Felipe de Brum, da rede de ensino de Amambai, realizaram de 7 a 10 deste mês, a 1ª Semana da Matemática.
Na oportunidade, foram desenvolvidos diversos trabalhos e atividades que envolveram todas as séries do Ensino Regular – Fundamental e Médio – e da EJA (Educação de Jovens e Adultos). A iniciativa foi coordenada pelo professor Richard Coradini, coordenador da área de Matemática.
As atividades foram encerradas nesta quinta-feira, 10, com a realização de um Painel da Matemática, que expôs os trabalhos realizados na semana e possibilitou à comunidade escolar interagir e realizar charadas e cálculos.
Sobre Malba Tahan
Malba Tahan era o pseudônimo do professor de matemática Julio César de Mello e Souza, nascido no Rio de Janeiro no dia 6 de maio, há 110 anos. Ele é o autor de um dos maiores sucessos literários do Brasil, o romance O Homem que Calculava, já traduzido em doze idiomas.
Embora tenha publicado ao longo de sua vida cerca de 120 livros sobre Matemática Recreativa, Didática da Matemática, História da Matemática e Literatura Infanto-juvenil, atingindo tiragem de mais de dois milhões de exemplares, pouca gente sabe que ele era brasileiro.
Ao criar seu pseudônimo, Júlio César criou também um personagem: Malba Tahan. Este escritor, cujo nome completo seria Ali Yezid Izz-Eddin Ibn Salim Hank Malba Tahan, teria nascido na aldeia de Muzalit, próximo a Meca, a 6 de maio de 1885. Teria feito seus estudos no Cairo (Egito) e Istambul (Turquia). Após a morte de seu pai, teria recebido vultosa herança e viajado pela China, Japão, Rússia e Índia, onde teria observado e aprendido os costumes e lendas desses povos. Teria estado, por um tempo, vivendo no Brasil. Teria morrido em batalha em 1921 na Arábia Central, lutando pela liberdade de uma minoria local.[5][6] Seus livros teriam sido escritos originalmente em árabe e traduzidos para o português pelo também fictício Professor Breno Alencar Bianco.
Deve-se aproveitar essa data para divulgar a Matemática como parte do patrimônio cultural da humanidade mostrando que a Matemática foi criada e vem sendo desenvolvida pelo homem em função de necessidades sociais. Nessa oportunidade, é relevante divulgar a Matemática como área do conhecimento humano, sua história, suas aplicações no mundo contemporâneo, sua ligação com outras áreas do conhecimento e, principalmente, buscar derrubar mitos de que a matemática é muito difícil sendo acessível apenas aos “talentosos”. Precisa-se erradicar a ideia de que a Matemática é um “bicho-papão”, uma disciplina sem vida que só exige dos alunos memorização de fórmulas e treinamento.
Com informações do site http://www.profcardy.com
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