14/08/2012 09h30 – Atualizado em 14/08/2012 09h30
Fonte: Dourados Agora
Policiais rodoviários federais decidiram por unanimidade, durante assembléia na noite de ontem, aderir à greve nacional que já conta com a adesão dos professores e técnicos administrativos da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).
A paralisação interrompe os serviços a partir de sexta-feira. Os PRFs reivindicam reposição salarial, reestruturação de carreira, além de melhores condições de trabalho e concurso público.
Manifesto
Os professores da UFGD vão à Câmara de Vereadores de Dourados para expor as causas da greve que prossegue sem nova contraproposta do governo federal, o que mantém a maioria das instituições federais paradas ao redor do país. A categoria quer reajuste salarial e reestruturação da carreira.
Mas, o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) e o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica Profissional e Tecnológica (Sinasefe), que representam 65 mil docentes em quase todas as 59 universidades, 40 institutos de educação tecnológica e o Colégio Pedro II, no Rio, não aceitaram a proposta e decidiram continuar com a greve.
O Ministério do Planejamento já anunciou o fim do processo de negociação com a categoria.
Técnicos
Os técnicos administrativos farão hoje o ato publico chamado de “Desenrola, Dilma”, a partir das 8h, na Praça Antônio João, em Dourados. Hoje às 14h, o comando nacional de greve terá uma reunião em Brasília no Ministério do Planejamento. A expectativa é que haja uma proposta razoável para que a categoria coloque fim à greve.
O governo federal havia oferecido um reajuste de 15% dividido em três vezes, mas os técnicos rejeitaram o parcelamento. A contraproposta da categoria é 15% de uma só vez ou 25%, neste caso, em três vezes.

