10/09/2012 13h01 – Atualizado em 10/09/2012 13h01
Fonte: Assessoria OAB/MS
A OAB/MS realiza, na quinta-feira às 9h, o debate “Não Podemos Esquecer” com o foco na violência ocorrida em várias partes do Estado e que chocou a opinião pública após a morte de dois jovens, vítimas de latrocínio na saída de um bar da Capital.
Diversas autoridades e representantes de segmentos da sociedade estarão presentes para debater questões como a proliferação de quadrilhas especializadas em roubos de veículos, principalmente caminhonetes; a alteração do Código Penal e o controle das fronteiras.
A OAB/MS pretende que o debate seja a pedra fundamental de uma campanha contra a violência em Mato Grosso do Sul, não deixando que as vítimas da violência sejam esquecidas pelas autoridades e sociedade em geral.
Os pais de Breno Luigi Silvestrini, de 18 anos, e Leonardo Batista Fernandes, de 19 anos, assassinados com tiros na cabeça, em Campo Grande, abrirão os debates, mostrando o sofrimento de quem é alvo da violência. Rubens Silvestrini, pai de Breno, e Paulo Fernandes, pai de Leonardo querem mostrar que a sociedade precisa de medidas urgentes das autoridades. Familiares de outras vítimas da violência, como o segurança Jefferson Bruno, o Brunão, também foram convidados a participar do evento, além de representantes de universitários e de membros da sociedade civil. O secretário de Segurança Pública, Wantuir Jacini; os deputados estaduais Rinaldo Modesto e Pedro Kemp; a titular da Defurv (Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Veículos), Maria de Lourdes Cano; o juiz da 1ª Vara Criminal, Thiago Nagasawa Tanaka; o inspetor da PRF, José Ramão Mariano Filho; o comandante do DOF, coronel Edilson Osnei Nazareth Duarte confirmaram presença no evento.
A mesa será mediada pelos presidentes das Comissões de Advogados Criminalistas e de Direitos Humanos, Luiz Carlos Saldanha Rodrigues Júnior e Kelly Cristiny de Lima Garcia e pelo presidente da OAB/MS, Leonardo Avelino Duarte;
Além de discutir a violência como um todo, o debate vai colocar em pauta a revolta da população, que já pede punições mais fortes, como prisão perpétua e até pena de morte. O evento “Não Podemos Esquecer” está aberto a todos.

