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sábado, 28 de março de 2026

Pesquisa vai apontar custo de produção do eucalipto em MS

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29/01/2013 11h20 – Atualizado em 29/01/2013 11h20

Fonte: Acrissul

Um grupo de representantes de entidades de ensino, pesquisa e do setor produtivo e empresarial estiveram reunidos nessa sexta-feira (25) para elaboração de uma pesquisa que vai apontar o custo de produção de eucalipto em Mato Grosso do Sul. A pesquisa, que irá utilizar metodologia da Universidade Federal de Viçosa (MG), vai levantar os preços dos principais insumos da cadeia produtiva.

A iniciativa conta com o apoio da Confederação de Agricultura e Pecuaria do Brasil (CNA). “O objetivo é proporcionar ao produtor rural informações para que ele planeje sua atividade. O primeiro passo é analisar para quem ele vai vender e assim saber o que vai plantar”, explica o engenheiro agrônomo da Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Sistema Famasul), Leonardo Carlotto.

Os resultados, que devem ser divulgados no final de fevereiro, serão trabalhados em uma cartilha de orientação. A reunião do grupo de trabalho para custificação da produção de eucalipto no MS, feita durante o Showtec 2013, em Maracaju (MS) contou com a participação de representantes da Famasul, do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/MS), da Associação Sul-Mato-Grossense de Produtores e Consumidores de Florestas Plantadas de MS (Reflore), da Embrapa e do Grupo Mutum. Em Mato Grosso do Sul, a área plantada de eucalipto chega a 600 mil hectares, segundo dados da Reflore, o que representa um aumento de 500% se comparado aos 120 mil hectares em 2006.

A previsão é de que o território destinado ao seu cultivo chegue em 1 milhão de hectares até 2030. Os principais gargalos do setor são a falta de mão de obra qualificada, altas cargas tributárias e a falta de infraestrutura e logística para escoamento da produção. “A produção de eucalipto precisa de planejamento porque é uma atividade que vai gerar renda após sete anos de cultivo”, complementa o presidente da Reflore, Dito Mário.

A previsão é de que o território destinado ao seu cultivo chegue em 1 milhão de hectares até 2030.

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