18/02/2013 10h08 – Atualizado em 18/02/2013 10h08
Fonte: Rádio Nações Unidas
O Banco Mundial divulgou um estudo sobre programas de cobertura universal de saúde em 22 países incluindo o Brasil.
Segundo o órgão, a lista que traz Argentina, Chile, Costa Rica, Etiópia, Turquia e Vietnã, entre outros, mostra o crescimento do atendimento médico na última década nas nações analisadas.
Políticas
O objetivo do Banco Mundial é ajudar outros países a escolher programas e lançar mão de políticas de saúde melhores.
Os pesquisadores avaliaram as experiências de cada país utilizando parâmetros relacionados ao alcance da cobertura universal de saúde. Entre os pontos estão benefícios, expansão da cobertura para os pobres e populações marginalizadas, além do fornecimento de serviços de qualidade e financiamento para o sector.
O Banco Mundial também analisou o impacto dos serviços de saúde para os países em desenvolvimento. Menos da metade das nações do estudo têm sistemas para monitorar o progresso na saúde dos cidadãos.
Benefícios Realistas
De acordo com a pesquisa, é preciso garantir que a implementação da cobertura universal seja equitativa, eficiente e sustentável.
Entre as recomendações estão o fortalecimento da capacidade dos ministérios das Finanças e da Saúde em assegurar que os benefícios sejam realistas, além de supervisionar a melhoria da qualidade.
O estudo também sugere que os sistemas de saúde pública incentivem mais produtividade e maior controle dos gastos, além da garantia de que os mais pobres serão atendidos. Com proposta final, o Banco Mundial apresenta a fixação de metas de sucesso para os hospitais.
O estudo servirá como base para uma nova ferramenta de cobertura universal, que deve ajudar outros países a implementar programas de assistência. O projeto piloto deve começar até o fim deste ano.
A lista completa: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Etiópia, Filipinas, Geórgia, Guatemala, Índia, Indonésia, Jamaica, México, Nigéria, Peru, Quênia, Quirguistão, Tailândia, Tunísia, Turquia e Vietnã.

