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sábado, 22 de agosto de 2026

Testemunhas e perito acreditam que JK foi assassinado

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09/11/2013 00h49 – Atualizado em 09/11/2013 00h49

Fonte: UOL

Em entrevista exclusiva exibida no SBT Brasil na noite de sexta-feira (8), o caminhoneiro Ademar Jahn, que testemunhou os últimos minutos de vida do ex-presidente Juscelino Kubitschek em 1976, na rodovia Presidente Dutra, em Resende (RJ), contou que, quando o carro em que JK estava atravessou o canteiro da via, o condutor do Opala já estava debruçado sobre o volante. Apesar de ter contado a versão à Polícia Rodoviária na época, ele afirma que nunca foi procurado pelas autoridades.

A versão oficial aponta que o motorista de ônibus da empresa Cometa Josias Nunes de Oliveira teria provocado o acidente que matou JK, mas ele nunca assumiu a culpa e lembra que viu o carro em que o presidente estava perder o controle em uma curva. Segundo o motorista do ônibus, ele recebeu oferta de dinheiro para mudar o depoimento na Comissão da Verdade, mas conta que não aceitou.

O perito Alberto Carlos, que reabriu o caso em 1996, acredita que Juscelino foi vítima de uma trama que envolveu a participação de um atirador de elite que teria baleado o motorista de JK. O legista, que acompanhou a exumação do corpo do motorista do ex-presidente, afirma que havia uma perfuração no crânio dele.

Em entrevista exclusiva exibida no SBT Brasil na noite de sexta-feira (8), o caminhoneiro Ademar Jahn afirma que nunca foi procurado pelas autoridades.

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