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sexta-feira, 21 de agosto de 2026

SES e Agepen buscam expandir ações de saúde para unidades prisionais na Capital

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22/01/2014 07h49 – Atualizado em 22/01/2014 07h49

SES e Agepen buscam expandir ações de saúde para unidades prisionais na Capital e interior

Fonte: Notícias MS

Campo Grande (MS) – A Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) fechou o balanço de atendimentos em saúde nas unidades prisionais de Mato Grosso do Sul em 2013 cumprindo as metas de atendimento em saúde básica e de média e alta complexidade. As ações em saúde nas unidades prisionais vêm ao encontro do principal objetivo da rede de saúde e segurança, a pactuação de ações.

De acordo com a Agepen, as unidades prisionais de Mato Grosso do Sul contam com o atendimento de atenção básica em saúde interno enquanto os tratamentos de média e alta complexidade seguem os procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) através de agendamento para consultas.

Em Campo Grande as consultas são agendadas através do Sistema de Regulação (Sisreg), implantado e desenvolvido para atender a Agepen desde 2010. Com este sistema as equipes de saúde podem agendar do próprio presídio as consultas e exames para os internos e assim encaminhá-los escoltados até as unidades de saúde. Atualmente o complexo penitenciário conta com profissionais de saúde e da assistência social designados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) e Agepen. Os profissionais compõem as equipes médica, de enfermagem, odontológica e de assistência social.

Um dos principais objetivos da SES e Agepen está em expandir o número de municípios na “Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional”, desenvolvido pelo Ministério da Justiça e da Saúde, no qual a atenção à saúde nas unidades prisionais conta com equipes designadas pelo Estado e Município de forma pactuada. Em Mato Grosso do Sul 12 municípios já integram esta política, sendo eles: Rio Brilhante, Jateí, Naviraí, Amambai, Ponta Porã, Jardim, Dois Irmãos do Buriti, Aquidauana, Três Lagoas, Paranaíba, Bataguassu e Cassilândia.

“Mato Grosso do Sul avançou muito nas ações de saúde nas unidades prisionais, principalmente Campo Grande, que mesmo sem integrar as políticas de saúde específicas desenvolvidas pelo Ministério, criou o Sisreg e dinamizou a distribuição do cartão SUS para a população carcerária. A expectativa é de que a Capital integre as políticas, já que que a ação pactuada desenvolvida no Estado é referência no cenário nacional”, destaca a chefe da Divisão de Saúde da Agepen, Maria de Lourdes Delgado Alves.

Além das equipes médicas mantidas pela Secretaria Estadual de saúde, a Secretaria Municipal de Saúde (Campo Grande) mantém um médico infectologista que também atua no atendimento dos internos. Além disso, equipes da UFMS e da UFGD desenvolvem projeto de combate à tuberculose em presídios do Estado, incluindo a Capital.

Em dezembro do ano passado, o Conselho da Comunidade de Campo Grande manteve um profissional de psiquiatria para atender nos presídios da Capital. Atualmente, os casos de psiquiatria emergenciais são encaminhados ao CAPS-3. Os casos de psiquiatria normais são encaminhados à rede Caps e os casos que envolvem questões de alcoolismo e vício em drogas são encaminhados ao Caps-AD, tudo mediante a escolta. No entanto, a Secretaria Estadual de Saúde já está em fase de nomeação de uma médica psiquiatra, aprovada em seleção, para atender nos presídios de Campo Grande.

As ações em saúde nas unidades prisionais vêm ao encontro do principal objetivo da rede de saúde e segurança, a pactuação de ações

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