26.8 C
Dourados
domingo, 3 de maio de 2026

Rússia diz que acordo permitirá trégua de 3 dias em cidade síria

- Publicidade -

07/02/2014 13h28 – Atualizado em 07/02/2014 13h28

Fonte: Reuters

A Rússia anunciou na sexta-feira (7) que um acordo entre as partes em conflito na Síria permitirá uma trégua de três dias em Homs, para que civis deixem a cidade e agentes humanitários levem suprimentos a quem preferir permanecer.

“O resultado de difíceis negociações de vários dias … é um acordo de cessar-fogo durante três dias e o fornecimento de apoio humanitário aos residentes da Cidade Velha de Homs”, disse a chancelaria russa em nota.

Segundo o ministério, o acordo foi selado entre o governador local e um coordenador humanitário regional da ONU, Yacoub al Helou, com um “papel enérgico” do embaixador russo em Damasco.

“Está previsto que todas as crianças, mulheres, homens com mais de 55 anos, bem como os feridos, possam deixar a zona de combate sem obstáculos”, disse a nota, acrescentando que a ajuda humanitária será oferecida àqueles que permanecerem ficar.

A Rússia, principal aliada diplomática do governo de Bashar al Assad em três anos de guerra civil, disse que o acordo deve melhorar o ambiente das negociações de paz que serão retomadas na segunda-feira em Genebra, estabelecendo “um bom exemplo para a solução de outros problemas humanitários urgentes” na Síria.

Cameron faz apelo emocionado contra separatismo escocês.

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, fez na sexta-feira um emotivo apelo à Escócia para que continue fazendo parte do Reino Unido, alertando os escoceses de que um voto pelo separatismo reduziria a influência global da Grã-Bretanha e ameaçaria sua estabilidade financeira e política.

Falando em Londres, o inglês Cameron – cujo Partido Conservador ocupa apenas 1 das 59 vagas parlamentares da Escócia em nível nacional – fez sua mais apaixonada defesa até hoje acerca da preservação do Reino Unido, um país que abrange a Inglaterra, a Escócia, o País de Gales e a Irlanda do Norte.

“Ficaríamos profundamente diminuídos sem a Escócia”, disse Cameron em discurso no imenso velódromo usado na Olimpíada de 2012.

“Juntos, temos um assento no Conselho de Segurança da ONU, influência real na Otan e na Europa, e prestígio para recebermos eventos como o G8. Não se enganem: importamos mais como Reino Unido – politicamente, militarmente, diplomaticamente e culturalmente também. Se perdêssemos a Escócia, se o Reino Unido mudasse, arrancaríamos o tapete de baixo da nossa própria reputação.”

A Escócia realiza em 18 de setembro um referendo sobre sua independência. A região, com pouco mais de 5 milhões de habitantes, está ligada à Inglaterra há 307 anos, e contribui decisivamente com a economia britânica por causa do petróleo do mar do Norte.

Homem caminha por entre prédios destruídos em uma área sisitada de Homs.

- Publicidade -

Últimas Notícias

- Publicidade -

Últimas Notícias

- Publicidade-