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segunda-feira, 4 de maio de 2026

Américo Calheiros revela cultura e história de Campo Grande em livro

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15/12/2014 09h31 – Atualizado em 15/12/2014 09h31

Américo Calheiros revela cultura e história da Capital no livro “Campo Grande Aquarela de Luz”

Fonte: Da Assessoria

Campo Grande (MS) – O professor, escritor e teatrólogo Américo Calheiros, presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, lançou no dia 12 de dezembro (sexta-feira), na Morada dos Baís o seu nono livro: “Campo Grande Aquarela de Luz – Patrimônio Vivo”.

Escrito em verso e prosa, o livro é plenamente inspirado na história, no patrimônio, nas belezas naturais e arquitetônicas e nas comunidades que fazem da nossa Capital um grande campo cultural.

“Este livro é fruto de caminhadas, inspirações e de um imenso amor que tenho pela cidade. Busquei apresentar de forma muito particular os marcos culturais de Campo Grande, que na maioria das vezes passam despercebidos em nosso dia a dia”, explica Américo Calheiros.

“Campo Grande Aquarela de Luz – Patrimônio Vivo” apresenta em forma de poemas temperados com uma deliciosa abordagem plural os principais pontos históricos da cidade, como a Morada dos Baís, Casa do Artesão, Estação Ferroviária, Praça Ary Coelho, Horto Florestal, Parque das Nações Indígenas e Obelisco.

O livro também percorre em prosa e sentimentos do autor vivenciados em três corredores culturais que retratam a história da Capital: Da Igreja São Francisco ao Monumento dos Pioneiros, denominado pelo autor como Corredor das Origens, da Antiga Rodoviária ao Paço Municipal, chamado de Corredor da Barão do Rio Branco e da Praça Newton Cavalcante ao Parque das Nações Indígenas, o Corredor da Afonso Pena.

Com prefácio da professora, escritora e membro da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras Maria da Glória Sá Rosa, o livro de Américo Calheiros conta com 39 poemas e é ricamente ilustrado com fotografias de todos os pontos históricos, do nosso patrimônio imaterial, da população e das belezas da cidade, além de um mapa apresentando os corredores culturais.

“Foi o amor que fez Américo Calheiros compor uma das mais belas e sinceras odes à Cidade, que adotou como berço, e na qual constrói uma vida inteiramente dedicada ao engrandecimento e à valorização de seus encantos”, revela a professora Maria da Glória Sá Rosa.

Segundo Américo Calheiros, o livro é uma forma de redescobrir as paisagens, sentir novamente os aromas, as estórias, a história e readquirir a sensação de pertencimento cultural que nos faz únicos. “A cidade não tem olho mas você tem. A cidade tem olho, às vezes você não tem”, revela em um dos poemas.

Américo Calheiros revela cultura e história de Campo Grande em livro

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