03/12/2015 15h33 – Atualizado em 03/12/2015 15h33
Os professores ficarão a frente das escolas pelo triênio 2016/2018
Fonte: Da Redação
Amambai (MS )- Nessa terça-feira (2) pais, alunos, professores e funcionários administrativos escolheram os diretores que ficarão a frente das escolas estaduais do município pelos próximos três anos.
Ao todo foram cerca de 2000 votos em quatro escolas estaduais do município, já que a escola estadual Guarani, localizada na aldeia Amambai não apresentou nenhuma candidatura.
Para se candidatarem, os interessados tem que pertencerem ao quadro de profissionais concursados do Estado, além de passar por um processo de capacitação e serem aprovados em uma prova para serem considerados aptos a se candidatarem
Resultados das eleições para diretores nas escolas estaduais de Amambai
Felipe de Brum
Na escola Coronel Felipe de Brum, o atual diretor, Paulo Fernandes, que concorreu com as professoras Andréia Antônia Almeida e Vanusa Pereira de Souza, se elegeu com 39,59% dos votos, contra 15,06 da professora Andréia e 12,84 da professora Vanusa.
Segundo Jorge Luiz Karasek, membro da comissão eleitoral da escola, das 1273 pessoas que estavam aptas a votarem, apenas 467 votaram, sendo 89 funcionários da instituição. “Foi uma quantidade relativamente abaixo do que era esperado”, afirma ele.
Dr. Fernando Corrêa da Costa
Na escola Fernando Corrêa da Costa, onde o pleito foi constituído apenas pela chapa Juntos Somos Fortes, formada pelas professoras Cassiana Melissa da Rosa Oliveira e Geanini de Moura Martins Recalde, foi eleita com 198,48% dos votos.
Segundo o presidente da comissão eleitoral da instituição, Eurípes Charão Barbosa, votaram 412 pais e alunos e 83 profissionais da escola, totalizando assim 495 votos.
Dom Aquino Corrêa
Na escola Dom Aquino Corrêa, o pleito também foi constituído por chapa única, formada pelas professoras Cristiane de Souza Ferreira e Márcia Loli Ritter, que obtiveram 513, dos 570 votos.
Vespasiano Martins
O pleito da escola Vespasiano Martins que foi disputado pela chapa composta pelas professoras Erli Fernandes e Gisele Lima e pelos candidatos avulsos, Sivaldo Michenco e José Carlos da Silva, sofreu alterações um dia antes da eleição.
O candidato professor José Carlos da Silva teve sua candidatura cancelada devido a não obtenção da média necessária na prova objetiva, que era requisito para se candidatar. Ele então, entrou com um recurso junto ao Estado para oficializar sua candidatura, que foi negada. Em seguida, entrou com o recurso de mandado de segurança, que garantiria sua candidatura até o resultado do julgamento, que saiu nessa terça-feira (1º), inviabilizando sua candidatura a direção da escola.
O pleito então foi disputado pelo professor Sivaldo Michenco e pela chapa constituída pelas professoras Erli Fernandes e Gisele Lima, que foram eleitas com 66,24 dos votos contra 34,53 de Sivaldo.
De acordo com Jair Alves, membro da comissão eleitoral da escola cerca de 552 pessoas votaram, sendo 89 profissionais atuantes na escola.
Os diretores eleitos assumem no início do ano letivo, ficando por três ano a frente da direção das escolas.

