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domingo, 29 de março de 2026

Abraji repudia agressão contra repórter do Midiamax e cobra autoridades

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10/03/2018 20h24

Giroto agrediu jornalista em frente à sede da PF

Fonte: Aliny Mary Dias/Midiamax

A Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) repudiou, na tarde desta sexta-feira (9), a agressão sofrida pela repórter do Jornal Midiamax Mariana Rodrigues. A jornalista foi agredida pelo ex-deputado federal e ex-secretário estadual de Obras, Edson Giroto, na manhã de hoje em frente à sede da Polícia Federal, em Campo Grande.

Além de noticiar a agressão contra a jornalista – ocorrida no momento em que Giroto chegou à superintendência da PF para se apresentar após ser alvo de pedido de prisão no âmbito da operação Lama Asfáltica – a principal associação de jornalistas investigativos do Brasil disse repudiar a ação do ex-deputado.

“Agressões a profissionais da imprensa são violações diretas à liberdade de expressão e ao direito à informação da sociedade e, como tais, devem ser coibidas. A Abraji solicitará às autoridades competentes que apliquem as sanções cabíveis”.

Mais cedo, vereadoras de Campo Grande também se manifestaram após a repercussão da agressão contra a jornalista, que era a única mulher entre o grupo de profissionais de imprensa que estavam posicionados em frente à sede da PF quando da chegada do político.

Sócio-diretor do Jornal Midiamax, Carlos Naegele, lamentou a situação e reiterou que o jornal “sempre se pautou por noticiar fatos, e não pessoas”. O caso também ganhou repercussão nas redes sociais do Ponte Jornalismo, organização nacional de jornalismo independente.

A agressão sofrida por Mariana Rodrigues foi registrada a delegado da Polícia Federal. Procedimento criminal denominado Termo Circunstanciado foi registrado contra Edson Giroto.

Ex-deputado federal e secretário de Obras, Edson Giroto Foto: Divulgação

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