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quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

Final de semana foi marcado por violência doméstica em Amambai

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Entre os dias 7 e 10 de janeiro foram registradas 7 ocorrências no Sistema Integrado de Gestão Operacional (Sigo), dessas, 5 foram por violência doméstica.

Fonte: Redação – Amambai Notícias

Amambai (MS) – Entre os dias 7 e 10 de janeiro, a Polícia Civil de Amambai registrou 5 ocorrências de violência doméstica, um número que chama atenção, em especial pelo fato de que no sistema estão registradas apenas 7 ocorrências no total, ou seja, 71% das ocorrências do final de semana são por violência doméstica.

Uma delas envolveu mãe e filha, que acabaram se agredindo após troca de ofensas na portão de casa. As duas envolvidas registraram boletins de ocorrência.

Outra aconteceu na Aldeia Amambai onde um homem passou a ameaçar de morte sua ex-esposa. Também na comunidade indígena, entretanto, na Limão Verde, um homem de 41 anos agrediu sua companheira, de 71, quando ela chegou da igreja.

Em um outro caso, desta vez ocorrido na vila Limeira, um jovem de 20 anos agrediu sua namorada, de 30, com um tapa na orelha e empurrões, fazendo com que ela caísse sobre a cama. Após isso, segundo o boletim de ocorrência ele subiu em cima da vítima e quebrou seu braço.

Alerta

Os casos aconteceram no final de semana apesar de serem alarmantes, não mostram a realidade, afinal, sabemos que, infelizmente, mesmo sendo vítimas de todo tipo de violência, muitas mulheres ainda não denunciam seus agressores por medo ou dependência financeira. Além disso, há ainda aquelas que, por apego emocional, acabam não representando contra o autor, ficando na iminência de novos episódios violentos.

A gestora da Coordenadoria de Políticas Públicas para as Mulheres (CPPM), Priscila Judice Lemes, em conversa com a reportagem do Amambai Notícias, disse que a CPPM trabalha no intuito de conscientizar as mulheres amambaienses a não aceitarem nenhum tipo de violência, seja moral, psicológica, física, sexual ou material. “Essas três denuncias refletem que as mulheres não estão mais aceitando mais esses atos violência, elas sabem que há uma rede de apoio e que sabem que elas serão ouvidas”, disse. E completou: a CPPM trabalha arduamente para fazer com que essas mulheres sejam ouvidas e que se sintam seguras para fazer a denúncia”.

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