Fernando Diniz, técnico da equipe do Fluminense e atual campeão da Taça Libertadores da América 2023, não está mais no no comando da Seleção Canarinho. Mesmo com contrato apenas até junho de 2024, Diniz viu o vínculo ser encerrado ainda na primeira semana do ano.
O jogo contra a Argentina, derrota por 1×0 dos brasileiros, acabou sendo mesmo a última partida do comandante, que agora foca 100% no Fluminense – vale lembrar que o treinador estava dividindo suas atividades entre clube e Seleção.
Na ocasião da partida contra os Hermanos, tumultuada dentro e fora de campo, a equipe dos argentinos levou a melhor e venceu o clássico por 1 a 0. De acordo com os jornais na ocasião e o próprio Diniz, a derrota foi injusta e desmerecida, tendo em vista tudo o que ocorreu durante a partida nas arquibancadas entre os torcedores.
Bem, as casas de apostas esportivas já estão se preparando para mais uma competição, a Copa América de 2024. A 10bet Brasil – apostas online irá apresentar uma gama variada de ofertas e promoções, ou seja, não deixe de abrir uma conta e se divertir.
Com o jogo contra a Argentina, a seleção brasileira totalizou 4 partidas sem vitórias (3 derrotas e 1 empate), ficando em quarto lugar no quadro geral classificatório para a Copa de 2026. Já os argentinos, atuais campeões do mundo, lideram o ranking em primeiro lugar, com 15 pontos.
Para Diniz, a seleção brasileira não jogou tão mal assim, e a fase atual considerada um processo de mudança pode ser vista como uma evolução da equipe em campo, por conta da importância e valor do confronto entre os adversários. Ainda assim, a derrota no maior clássico da seleção foi a gota d’água, e o treinador já não faz mais parte do quadro de dirigentes.
Entra Dorival Júnior
Se o treinador Fernando Diniz chegou à Seleção para o lugar de Tite, mas dividindo suas atenções com oFluminense, a CBF não quis repetir o mesmo erro com o substituto. Dorival Júnior chega não para equilibrar São Paulo e Brasil; o Tricolor já é passado para o técnico, e seu futuro é a Canarinho – ou assim se espera.
Dorival nos últimos anos se tornou um dos técnicos mais aclamados do futebol brasileiro, e por certo por ser um dos mais vitoriosos; depois de alguns títulos menos expressivos, como estaduais de Pernambuco, Santa Catarina e Paraná, o treinador ganhou fama por trazer o Vasco da Gama de volta à elite do Brasileirão, conquistando a Série B de 2009.
De lá pra cá o treinador paulista começou a colecionar troféus mais importantes, começando com a temporada 2010 do Santos – sim, Santos de Neymar – que levou Paulistão e Copa do Brasil naquele mesmo. Aliás, Copa do Brasil e Dorival se tornaram elação de profundo amor, vale dizer.
Se o tão aclamado (e às vezes zombado)Dinizmo levou a equipe do Fluminense a superar diversos obstáculos e conquistar a inédita Libertadores, deve ser observado que o desempenho de Dorival Júnior no São Paulo tem praticamente o mesmo impacto.Assim como seu antecessor na Seleção, Dorival levou seu clube à mais sonhada conquista – no caso, a Copa do Brasil, único título que faltava na vasta sala do SPFC. Além do mais,
Neste período de 15 anos (2009 a 2024, mais ou menos), o ex-volante se tornou um treinador cobiçado, e foi disputado por alguns dos maiores e mais ambiciosos clubes brasileiros, incluindo aí novas passagens por Santos, São Paulo, Flamengo (três vezes, e com quem ganhou a Libertadores) e também por clubes como Atlético-MG, Internacional o e outros.
Considerando que Tite, que ficou na Seleção Brasileira de 2016 até 2022, ao fim da Copa do Mundo daquele ano, foi escolhido pela CPF justamente pelos triunfos obtidos imediatamente antes – é só ver o que era o Timaço do Corinthians entre 2011 e 2015, na maior parte do tempo comandado por ele – a escolha de Dorival agora em 2024 é mais do que justificada.
Expectativas para o novo treinador
Treinar a Seleção Brasileira não é como treinar os clubes; por certo existe uma paciência maior com o trabalho a ser desenvolvido, e por isso podemos esperar o técnico ex-São Paulo por algum tempo no comando do time.
Tudo vai depender, porém, de como será o desempenho da Seleção na sua primeira competição de peso sob o novo técnico, que será a Copa América, a começar no final de junho. Até lá, o treinador terá tempo para fazer testes, rodar elenco e adaptar ao seu estilo de jogo uma equipe que, sob Fernando Diniz, obteve alguns dos piores desempenhos da sua história.
Impossível também não falar de Neymar, que cada vez mais parece distante de retornar à atuação com a camisa amarelinha. Não bastasse o físico frágil do camisa 10 e sua decisão questionável de sair da Europa para jogar no futebol árabe, não é segredo para ninguém as rusgas entre o agora técnico do Brasil e o astro do Al-Hilal, que supostamente foi pivô da demissão de Dorival do Santos, ainda em 2010.

