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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Billy Idol, entre o caos e a permanência: um documentário para quem atravessou o tempo

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Há artistas que parecem desafiar o próprio destino. Billy Idol é um deles. O novo documentário Billy Idol Should Be Dead parte justamente dessa provocação para contar a história de um dos nomes mais emblemáticos do punk e do rock mundial — agora com estreia garantida nos cinemas de todo o mundo.

Dirigido por Jonas Åkerlund, três vezes vencedor do Grammy, e produzido pela Live Nation Studios, o longa teve seus direitos de distribuição mundial adquiridos pela Evan Saxon Productions (ESP). A proposta vai além de revisitar hits ou momentos icônicos: o filme se aprofunda na trajetória de um artista que viveu intensamente, flertou com o excesso e, ainda assim, conseguiu atravessar décadas mantendo relevância.

A narrativa acompanha a transformação de Billy Idol desde os primeiros passos como um dos rostos do punk britânico até sua explosão como astro global na era da MTV. Tudo isso costurado por imagens de arquivo raras e entrevistas inéditas com o próprio Idol, familiares, amigos e colaboradores que ajudam a revelar o homem por trás do mito.

O documentário também não ignora os momentos mais difíceis. Drogas, acidentes, escolhas impulsivas e quedas fazem parte do caminho retratado — não como espetáculo, mas como parte de uma história de sobrevivência e reinvenção. Quase cinquenta anos após o início da carreira, Billy Idol permanece como uma figura viva da cultura pop, ainda em movimento.

Billy Idol Should Be Dead estreou no Festival de Cinema de Tribeca no último verão e passou por exibições voltadas à temporada de prêmios. O lançamento nos cinemas está previsto para o início de 2026, com mais informações a serem divulgadas em breve.

Outro destaque do filme é a canção inédita “Dying To Live”, composta por Billy Idol em parceria com J. Ralph, indicado ao Oscar. A música está na lista de pré-selecionadas para Melhor Canção Original na 98ª edição do Oscar e embala a sequência final do documentário, reunindo imagens — animadas e de arquivo — que percorrem toda a vida e carreira do artista. A composição também conta com a colaboração de parceiros históricos como Steve Stevens, Tommy English e Joe Janiak.

Fora das telas, Billy Idol segue fazendo o que sempre fez: ocupando os palcos. Recentemente, ele retornou à estrada com a turnê “It’s a Nice Day To…Tour Again!”, com shows esgotados nos Estados Unidos, Europa e América Latina, além de participações especiais de nomes como Joan Jett & the Blackhearts e New Model Army.

No fim, o documentário não responde apenas ao título provocativo. Ele mostra que Billy Idol não é apenas um sobrevivente de uma era — é alguém que ajudou a moldá-la e segue, décadas depois, dialogando com novas gerações.

Fonte: Nádia Rocha/ Redação Amambai Notícias

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