11/04/2017 13h17
Presidente da República foi homenageado pela comunidade de imigrantes em São Paulo. Ao todo, são 10 milhões de descendentes vivendo no Brasil
Fonte: Palácio do Planalto
O presidente da República, Michel Temer, destacou nessa segunda-feira (10) o esforço dos imigrantes e descendentes de libaneses para construir e desenvolver o Brasil. Em evento realizado em São Paulo, Temer participou de um jantar organizado por entidades líbano-brasileiras em sua homenagem.
“Foi pelo esforço de milhões de libaneses que o Brasil se fez”, afirmou Temer ao mencionar os 140 anos de imigração libanesa no Brasil. “Ajudaram a moldar a vida econômica, a vida social e a vida política do Brasil. Fundaram empresas. Produziram riqueza. Ergueram hospitais”, completou.
Ao agradecer o apoio dos integrantes da comunidade, Temer disse que o reconhecimento não é apenas a ele, que faz parte da primeira geração de descendentes de libaneses nascidos no Brasil. “Mas homenageamos e celebramos, isso sim, uma obra coletiva. Uma obra coletiva que é também da comunidade libanesa. Uma obra coletiva chamada Brasil”, afirmou.
Comunidade libanesa
Segundo o presidente da Câmara de Comércio Brasil-Líbano, Alfredo Cotait, o jantar de homenagem teve como objetivo levar o apoio de toda a comunidade líbano-brasileira às reformas propostas pelo governo federal.
“Nós estamos dando apoio irrestrito à gestão do presidente Temer para que ele faça as reformas necessárias para que o País volte a ter um desenvolvimento econômico e social sustentável”, disse Cotait.
Ao todo, mais de 10 milhões de libaneses vivem no País, o que corresponde a 5% da população brasileira. Hoje os descendentes de libaneses se concentram principalmente em São Paulo, onde vivem mais de 3 milhões.
Síria
Ainda durante o discurso, o presidente repudiou a guerra civil na Síria, vizinha do Líbano, que já dura mais de seis anos.
“Rogo a Deus que ilumine todos aqueles que habitam a Síria e as nações do mundo todo, particularmente os da Organização das Nações Unidas, para que tenhamos paz naquele país vizinho.”

