“Dramas humanos, falta de recursos, reclamações, criticas e insatisfações é o que vemos em todo o país”, disse a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) durante discurso no Senado nesta quarta-feira (16).
Ela comentou as dificuldades enfrentadas pelos agricultores e pecuaristas de Mato Grosso do Sul, devido às fortes chuvas, que deixaram cidades sitiadas, pessoas desabrigadas, destruíram estradas e provocaram prejuízos à produção agrícola e pecuária.
Marisa também citou encontro da Associação dos municípios de Mato Grosso do Sul (ASSOMASUL), ocorrido na última segunda-feira (14), em Campo Grande, do qual participaram 61 dos 78 prefeitos, vereadores, secretários municipais e gestores públicos de várias áreas, além de representantes da Caixa Econômica Federal e da Defesa Civil. No evento foram debatidos os problemas das enchentes; o contingenciamento dos recursos federais que tem provocado a paralisação de obras e serviços; e a quebra da safra em decorrência das chuvas.
“Estou registrando este fato da política local porque sei que os relatos e reivindicações que discutimos em Mato Grosso do Sul podem ser compartilhados pelos prefeitos municipais de praticamente todo o País. Guardadas as diferenças regionais, em algum momento e em determinadas circunstâncias, a situação é praticamente a mesma em vários estados brasileiros”, afirmou a parlamentar.
Pouco dinheiro
A tucana também reclamou dos recursos escassos oferecidos pelo governo federal ao Mato Grosso do Sul. “O Ministro Fernando Bezerra, da Integração Nacional, viabilizou R$ 5 milhões para atender a população em caráter emergencial, mas o que são R$ 5 milhões quando nós temos municípios ilhados, pontes destruídas, cidades com ruas esburacadas sem condições de tráfego, uma quantidade enorme de pessoas desabrigadas?”
Para a senadora Marisa Serrano, este é o reflexo da era pós –Lula. “Não podemos aceitar a idéia de que o governo não tem recursos para atender aos estados e municípios em dificuldade. Isso é um absurdo!”. Marisa ainda cobrou eficiência gestão do governo para garantir agilidade no socorro aos Estados e para promover a prevenção de catástrofes.
Fonte: Assessoria de Imprensa Marisa Serrano
