10/10/2020 23h59
Por Jose Luiz Nunes Moreira
Foi dado o pontapé inicial para o debate político entre os grupos que desejam ocupar o poder executivo do município.
Nos últimos dias, após a justiça eleitoral liberar manifestações públicas, percebe-se que o eixo das discórdias vai ocorrer nos campos do pragmatismo político/administrativo e da ideologia partidária.
O fato da coligação do candidato a reeleição Dr. Bandeira ter agregado siglas partidárias distintas no tema filosófico (…) que navegam nos campos da esquerda, centro e da direita, com a premissa de que seus parlamentares são responsáveis pela destinação de recursos para o desenvolvimento sustentável do município, tem motivado críticas de membros da chapa adversária (…) que concorre ao pleito com partido único e encabeçada pelo servidor público licenciado Zé Bambil.
Difícil ignorar, por exemplo, que os deputados federais Zeca do PT e Vander Loubet tenham sido responsáveis pela liberação de recursos para a Agricultura Familiar, construção do Mercado Municipal e melhorias no abastecimento de água junto as comunidades indígenas do município.
Neste sentido, a tese defendida pelo então vereador e hoje vice-prefeito, Valter Brito (DEM), de que a união da classe política traria benefícios para a comunidade, reflete no comportamento pragmático adotado pela coligação, que tem como candidatos a prefeito e vice-prefeito, Dr. Bandeira (PSDB) e Rodrigo Selhorst (DEM), respectivamente.
A expectativa é que retóricas de que políticos da esquerda querem acabar com o país e que o atual governo federal não está tratando como deveria a pandemia do Covid-19, esvaziando a Lava Jato e fechando os olhos para as queimadas na Amazônia e no Pantanal, não tirem o foco das políticas públicas que os candidatos pretendem executar, caso sejam eleitos para comandar o município nos próximos quatro anos.

