07/07/2021 15h12
Máscaras são obrigatórias em toda a área do evento que acontece na França, assim como testes periódicos para covid-19
*Fonte: Elizabeth Grenie – Brasil de Fato
Após ter tido sua edição presencial cancelada no ano passado devido à pandemia, o Festival de Cinema de Cannes está de volta para celebrar o melhor do cinema mundial.
“Fãs do festival chegaram à França há 10 dias para fazer a quarentena, jornalistas tomaram suas precauções. É tudo muito emocionante. O mundo do cinema está voltando”, diz o diretor do festival, Thierry Fremaux.
Nos primeiros meses da pandemia, o Palais des Festivals, o principal local onde ocorre o festival no sul da França, foi equipado com leitos hospitalares; no início deste ano, serviu como um grande centro de vacinação, o “Vaccinodrome”.
E agora, depois de ter sido adiado de maio para julho, na esperança de ser realizado em um momento de maior controle sobre a pandemia, o festival de cinema mais famoso do mundo entra em cena a partir desta terça-feira (6) e vai até 17 de julho.
Máscaras são obrigatórias em toda a área do festival, assim como testes periódicos para covid-19. E o diretor do evento já avisou que não irá cumprimentar os diretores e as estrelas com os tradicionais beijos nas bochechas.
Mas além da pandemia, problemas como representação feminina e proteção climática têm chamado a atenção. E, para além dessas questões, como já deixou claro o presidente do júri do festival, o cineasta norte-americano Spike Lee, em seu discurso de abertura nesta terça, questões políticas mundiais também podem entrar no foco.

