Feriado no domingo. Manhã chuvosa. Pouca mobilização. Falta de interesse. Fraca divulgação. Apatia. Categorias despolitizadas. Temor de retaliação.
Essas podem ser algumas das causas para o insucesso do 2º Manifesto dos Trabalhadores de Amambai que deveria ter ocorrido na manhã deste domingo, 1º, Dia do Trabalhador. Nem 10 trabalhadores compareceram à praça Cel. Valêncio de Brum, local onde deveria ter acontecido o Manifesto.
Segundo os organizadores, um grupo de trabalhadores autônomos, profissionais liberais, professores e trabalhadores rurais, a proposta era realizar um momento de reflexão sobre a conjuntura política e econômica de Amambai. No local, haveria um carro de som com microfone aberto a todos que quisessem fazer uso da palavra.
O tema do movimento deste ano é “Por uma Amambai com mais empregos, lazer e qualidade de vida”. Apoiam o movimento a Central Única dos Trabalhadores e o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Amambai.
Enquanto que em outros lugares do Brasil e do mundo, o dia 1º de maio é uma data para reflexão, mobilização e conscientização sobre as questões dos trabalhadores, e também de luta para novas conquistas, em Amambai, a data não sensibilizou a comunidade civil nem a política.
Em 2010, quando foi realizado o 1º Manifesto dos Trabalhadores, cerca de 200 pessoas participaram da iniciativa. Na oportunidade, o grupo percorreu a avenida Pedro manvailer desde a rodoviária se concentrando em frente à praça Cel. Valêncio de Brum quando foi realizado um ato político.
Da Redação

