16/11/2011 15h02 – Atualizado em 16/11/2011 15h02
Assessoria PMA
Após o Decreto de Ponto Facultativo aos servidores do Estado no dia 14 de novembro, a Polícia Militar Ambiental intensificou ainda mais a “operação piracema”, desenvolvendo dentro desta, desde a meia noite do dia 11, com encerramento hoje, às 8 horas a “Operação Dia da República”. O foco principal foi prevenir a pesca predatória. Todas as subunidades empregaram o efetivo no trabalho de fiscalização em suas respectivas áreas de atuação.
Os Policiais dos 10 postos avançados (fixos), montados durante a piracema nas cachoeiras e corredeiras dos rios mais piscosos, mantiveram a vigilância, monitorando os cardumes. Equipes da sede (Campo Grande) trabalharam itinerantes, em fiscalização em área não definida, fiscalizando todos os tipos de crimes e infrações ambientais.
Esta foi a operação mais tranqüila em quatro anos em que a PMA vêm realizando-a. Foram apenas cinco autuados por infrações e crimes ambientais e 02 presos com armas de fogo. Somente uma autuação com relação à pesca e, na verdade, foi um pesqueiro que tinha produto sem declaração de estoque, que possivelmente nem tenha sido o pescado capturado durante a piracema.
Outras 03 autuações foram por crimes contra a flora. Exploração ilegal de madeira e mais 01 por posse ilegal de motosserra. Em todas as outras operações anteriores foram mais de 14 autuados. A quantidade de pescado apreendida foi pouco mais de 10% da operação passada e todos os petrechos de pesca apreendidos foram bem menores às operações anteriores.
O destaque, como na operação Dia de Finados, foi para a apreensão de armas de fogo. Porém, todas as armas estavam apenas com duas pessoas, sendo sete em uma fazenda suspeita de ser área de caça ilegal.

