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sábado, 22 de agosto de 2026

Número de novos empregos com carteira assinada deve ficar abaixo de 2,4 milhões

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18/11/2011 13h51 – Atualizado em 18/11/2011 13h51

Número de novos empregos com carteira assinada deve ficar abaixo de 2,4 milhões este ano, diz Lupi

Agência Brasil

O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, disse hoje (18), que o número de novos empregos neste ano deverá ficar abaixo dos 2,4 milhões. A expectativa anterior era que fossem criadas 2,8 milhões de vagas. Segundo o ministro, essa reavaliação se deve à crise financeira internacional, que começa a afetar os empregos.

“É uma característica do mercado brasileiro setores de grande produção terem muitos contratos temporários e muita vinculação com previsões e análises macroeconômicas. Com isso, percebe-se claramente que setores como o comércio e a indústria já não contratam tanto preocupados com as encomendas que imaginavam que teriam e não terão”, disse.

Segundo ele, o mês de novembro deverá registrar um saldo de 70 mil ou 80 mil novos empregos, por não ser um mês de fortes contratações. Em outubro, foram criados 126.143 vagas e no acumulado do ano, 2,24 milhões.

Na coletiva para a divulgação dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), Lupi evitou falar sobre as denúncias de corrupção em sua pasta. Ele disse apenas que ainda espera chegar ao seu ministério o pedido de informações sobre o convênio com a organização não governamental (ONG) Pró-Cerrado, que tem contrato com a pasta. O requerimento foi assinado ontem (17) por senadores da Comissão de Assuntos Sociais, durante audiência pública com a participação do ministro.

“Estou esperando porque tem uma formalidade a ser obedecida. Como foi uma audiência formal, tenho que esperar chegar a solicitação para poder responder”, disse Lupi.

Ontem (17) foi ao Senado para explicar denúncias de corrupção na sua pasta. A suspeita é que parte do transporte de uma viagem de Lupi ao Maranhão em 2009, em um jatinho, tenha sido paga com recursos desse convênio.

Número de novos empregos com carteira assinada deve ficar abaixo de 2,4 milhões

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