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domingo, 3 de maio de 2026

Conteúdo de livro do jornalista pode ter sido causa do atentado

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14/02/2012 09h41 – Atualizado em 14/02/2012 09h41

Fonte: Midia Max

Na manhã desta terça-feira (14), investigadores da 1°DP (Delegacia de Polícia) de Ponta Porã, cidade distante a 346 quilômetros da Capital, continuam a percorrer as ruas da cidade, em busca de pistas dos assassinos do jornalista e escritor Paulo Roberto Carlos Rodrigues, 51 anos, mais conhecido como Paulo Rocaro, morto na noite de domingo (11).

“A maioria das câmeras que encontramos, só filmam a calçada para proteger o comércio, mas ainda restam algumas que pegam trechos do asfalto e vamos verificar ainda hoje as imagens. Ainda não recebemos também nenhuma denúncia anônima. Este é um caso complexo de ser esclarecido, com características de um crime encomendado, mas que está tendo muito empenho da polícia”, afirma o delegado Clemir Vieira Júnior.

Ele já ouviu alguns familiares, esposa e amigos. “Não dá pra interrogar os parentes próximos neste momento, já que eles sofrem com a perda do Paulo, que será enterrado em instantes. Mesmo assim já falei com algumas pessoas e ainda não identificamos suspeitos. Testemunhas disseram que viram os homens se dirigindo em sentido ao Paraguai, porém eles estavam sem capacete e a moto sem placa, o que dificulta ainda mais a investigação”, explica o delegado.

Em 2002, o jornalista Paulo Rocaro lançou o livro “A Tempestade”, no qual denunciava crimes de encomenda e de grupos de extermínio na região de fronteira do País. Dez anos após o estudo, uma das suspeitas da polícia é de que ele tenha sido vítima do esquema criminoso que retratou em sua obra.

Conteúdo de livro do jornalista pode ter sido causa do atentado

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