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segunda-feira, 11 de maio de 2026

Fotos de animais ameaçados de extinção

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04/03/2012 09h15 – Atualizado em 04/03/2012 09h15

Fonte: Superinteressante

A perda de habitat de milhares de espécies é o efeito mais dramático do desmatamento. Com a derrubada das árvores a águia-das-Filipinas perde locais para construção de ninhos e o mico-leão-dourado fica restrito a ilhas de florestas entre os campos que foram abertos.

A maior parte desse desmatamento no Brasil é causado por queimadas, que liberam gás carbônico (CO2) e contribuem para o efeito estufa. Esse efeito é mais claro nos polos, onde o urso-polar tem menos tempo para caçar focas no gelo marítimo e acabada tendo que nadar grandes distâncias em busca de alimento. Mas o aquecimento global também é sentido nos trópicos pelo sapo-dourado, que é sensível ao aumento na temperatura.

A população mundial está crescendo, hoje somos mais de 7 bilhões, e as cidades seguem diminuindo cada vez mais o espaço dos animais. A proximidade com os seres humanos traz problemas para animais como o leopardo-de-Amur. O tigre-siberiano sofre com a demanda por partes do felino utilizada na medicina chinesa.

O tráfico de animais também é motivo de baixas consideráveis. Segundo a Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (RENCTAS), a cada dez animais retirados da natureza só um sobrevive. Existem mais arara-azuis em cativeiro do que na natureza e a ararinha-azul possivelmente já está extinta de seu habitat natural.

O caso mais extremo é o do Solitário George, o animal mais raro do mundo. Também é dramática a situação da tartaruga-gigante da Ilha de Pinta (Galápagos), que foi a única que sobreviveu e hoje se encontra em cativeiro.

Reservas e projetos de conservação lutam para a preservação de animais ameaçados, mas o investimento em recursos renováveis, como energia solar por exemplo, ajudaria a salvar essas espécies que têm direito à vida tanto quanto nós.

A lista vermelha das espécies ameaçadas é elaborada pela IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês). Através de pesquisas científicas para determinar o risco de extinção de taxons em geral, a lista se tornou referência mundial para a consulta do status de uma espécie.

As categorias criticamente ameaçado, ameaçado e vulnerável levam em conta a diminuição da população nos últimos 10 anos, diminuição da área de ocorrência, diminuição da área de ocupação, população estimada de indivíduos adultos e probabilidade de extinção na natureza.Confira as categorias e os critérios da lista vermelha das espécies ameaçadas da IUCN.

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