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sexta-feira, 8 de maio de 2026

PMA ministra curso de taxidermia de Aves em Parceria com UFMS de Corumbá

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A Polícia Militar Ambiental inicia segunda-feira (25), às 08 horas, em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – Unidade de Corumbá, um curso de taxidermia (empalhar) de animais silvestres, em especial, aves. O curso visa a preparar os policiais para aproveitamento de animais atropelados, ou que morrem no Centro de Reabilitação de Animais Silvestres, fazendo taxidermia e os utilizando em oficinas de educação ambiental, em especial em escolas públicas e privadas, para discutir os problemas relacionados à fauna.

Para a UFMS o objetivo é preparar os acadêmicos dos cursos de Biologia, para produzir material para composição do acervo de museus e ainda poderem ter contato com animais da nossa fauna, manuseando-os e adquirindo, além dos conhecimentos de taxidermia, conhecimento de anatomia. O material deste curso será para complementar o museu de Educação Ambiental da Polícia Militar Ambiental de Corumbá.

Participarão do curso ainda diversas instituições tais como: Polícia Civil, Marinha do Brasil e Policiais Ambientais do AMAPÁ, que apreenderão a taxidermia para constituir museus para fazerem Educação Ambiental, nos moldes, que é trabalhada em Mato Grosso do Sul. Ao todo serão 40 participantes.

O curso, que será realizado no quartel laboratório da UFMS de Corumbá, durará até a sexta-feira (dia 30). Este é o segundo curso de Taxidermia de Animais Silvestres realizado em Corumbá. O anterior (mamíferos e répteis) foi realizado entre junho e julho. Espera-se a confecção de cerca de 60 animais silvestres durante todo o curso.

O curso é ministrado pelos Policiais Militares Ambientais (taxidermistas) Gláucio Mendes de Souza (Biólogo), Vilson da Silva Souza (estudante de Biologia) e Claudeir Mikoleite (Gestor Ambiental).

Taxidermia

É uma técnica aplicada somente em animais vertebrados e seus registros mais antigos remontam ao império egípcio, há cerca de 2.500 a.C. Popularmente o termo “empalhar” já foi usado como sinônimo de “taxidermizar”, entretanto, há muito tempo não se usam mais os rústicos manequins de palha e barro para substituir o corpo dos animais.

Utilizada para fins de conservação de animais que podem ser utilizados na composição de coleções didáticas, científicas em museus de história natural, a Taxidermia permite que os alunos conheçam os animais da fauna brasileira, sua anatomia e fisiologia, ecto e endoparasitas, entre outros. A taxidermia tem como principal objetivo o resgate de espécimes descartados, reconstituindo suas características físicas e, às vezes, simulando seu habitat, o mais fielmente possível.

Fonte: Assessoria PMA

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