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quarta-feira, 1 de abril de 2026

Produtores do MS discutem crise no preço do algodão

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12/06/2012 08h41 – Atualizado em 12/06/2012 08h41

Fonte: Acrissul

O crescente aumento da área plantada de algodão nos últimos anos faz com que os cotonicultores enfrentem hoje uma crise de preços baixos, pressionados também pelo grande estoque mundial. A produção de algodão cresceu cerca de 30% nos últimos vinte anos no Brasil. Atualmente somos o terceiro maior exportador da fibra, atrás dos Estados Unidos e Índia. Esse cenário coloca o país como um dos maiores players mundiais da cultura.

O Workshop do Algodão realizado no dia 5 de junho, em Chapadão do Sul (MS) discutiu as dificuldades e peculiaridades do setor. As atenções estiveram voltadas para a chuva que deve prejudicar a colheita em meados de julho, podendo ocasionar uma quebra de 10% da safra. No encontro promovido pela Fundação Chapadão, foi possível observar que os cotonicultores da região estão atualizados e tirando dinheiro do bolso para investir em pesquisa e tecnologia. Assim como Luís Eduardo Magalhães (BA), Chapadão do Sul também é uma cidade jovem, tem apenas 25 anos de história e já representa 80% da produção de algodão do estado.

Produtores de várias partes do país estão sendo atraídos para a cidade por conta das terras férteis, grandes extensões de planícies e boas condições climáticas. Segundo o prefeito de Chapadão do Sul, Jocelito Krug, quando tudo começou a terra valia U$ 1 dólar por hectare e hoje vale 15 dólares. Segundo o presidente da Fundação Chapadão, Adriano Loeff, a região é de oportunidades e mesmo em meio à crise de preços do algodão, o produtor vai continuar investindo em tecnologia e se destacando na produção de fibras de alta qualidade e quantidade.

No raio de 300 km da cidade, a área plantada de algodão é de 99.900 hectares, com produção total de 405 mil toneladas e 210 mil toneladas do caroço. O cotonicultor Alberto Schlatter foi o primeiro a colocar sementes de algodão no solo de Chapadão do Sul e o primeiro a utilizar colheita mecanizada da região. Com uma propriedade de 8 mil hectares, Alberto acredita na recuperação de preços. “Estamos no fundo do poço, mas isso não me assusta porque tenho certeza que o mundo precisa e há demanda pelo nosso algodão”. Para o consultor da BM&FBovespa, João Pedro Cutty Dias, a expectativa é de redução de 20% da área plantada no Brasil em 2013.

No ano passado, os valores negociados estavam em torno de R$100,00 por arroba. Neste ano, foram observados negócios a R$52,00 por arroba da pluma, sendo que o custo de produção não caiu na mesma proporção.O crescente aumento da área plantada de algodão nos últimos anos faz com que os cotonicultores enfrentem hoje uma crise de preços baixos, pressionados também pelo grande estoque mundial.

A produção de algodão cresceu cerca de 30% nos últimos vinte anos no Brasil. Atualmente somos o terceiro maior exportador da fibra, atrás dos Estados Unidos e Índia. Esse cenário coloca o país como um dos maiores players mundiais da cultura. O Workshop do Algodão realizado no dia 5 de junho, em Chapadão do Sul (MS) discutiu as dificuldades e peculiaridades do setor.

As atenções estiveram voltadas para a chuva que deve prejudicar a colheita em meados de julho, podendo ocasionar uma quebra de 10% da safra. No encontro promovido pela Fundação Chapadão, foi possível observar que os cotonicultores da região estão atualizados e tirando dinheiro do bolso para investir em pesquisa e tecnologia. Assim como Luís Eduardo Magalhães (BA), Chapadão do Sul também é uma cidade jovem, tem apenas 25 anos de história e já representa 80% da produção de algodão do estado.

Produtores de várias partes do país estão sendo atraídos para a cidade por conta das terras férteis, grandes extensões de planícies e boas condições climáticas. Segundo o prefeito de Chapadão do Sul, Jocelito Krug, quando tudo começou a terra valia U$ 1 dólar por hectare e hoje vale 15 dólares. Segundo o presidente da Fundação Chapadão, Adriano Loeff, a região é de oportunidades e mesmo em meio à crise de preços do algodão, o produtor vai continuar investindo em tecnologia e se destacando na produção de fibras de alta qualidade e quantidade. No raio de 300 km da cidade, a área plantada de algodão é de 99.900 hectares, com produção total de 405 mil toneladas e 210 mil toneladas do caroço.

O cotonicultor Alberto Schlatter foi o primeiro a colocar sementes de algodão no solo de Chapadão do Sul e o primeiro a utilizar colheita mecanizada da região. Com uma propriedade de 8 mil hectares, Alberto acredita na recuperação de preços. “Estamos no fundo do poço, mas isso não me assusta porque tenho certeza que o mundo precisa e há demanda pelo nosso algodão”.

Para o consultor da BM&FBovespa, João Pedro Cutty Dias, a expectativa é de redução de 20% da área plantada no Brasil em 2013. No ano passado, os valores negociados estavam em torno de R$100,00 por arroba. Neste ano, foram observados negócios a R$52,00 por arroba da pluma, sendo que o custo de produção não caiu na mesma proporção.

Workshop realizado em Chapadão do Sul discutiu as dificuldades e peculiaridades do setor.

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