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quarta-feira, 13 de maio de 2026

Divergências políticas prolongam greve da UFMS, denuncia sindicato

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06/08/2012 13h24 – Atualizado em 06/08/2012 13h24

Fonte: OAB MS

A greve na UFMS, iniciada no dia 21 de junho, ainda não teria terminado por conta de divergências e interesses políticos dentro do corpo docente e nos sindicatos envolvidos, segundo denúncia da ADUFMS ( Sindicato das Universidades Federais Brasileiras de caráter intermunicipal), representante dos professores, enviada à OAB/MS.

Segundo o presidente da entidade, professor Paulo Roberto Haidamus de Oliveira Bastos, as negociações teriam avançado com o Governo Federal, mas, as informações teriam sido deturpadas por “radicais”, que estariam usando ilegalmente e indevidamente órgãos e o nome do sindicato em diversos meios de divulgação. “Confundem a sociedade em nome de seus interesses anacrônicos e antidemocráticos”, comenta Oliveira Bastos.

A ADUFMS garante que as negociações com o Governo Federal “alcançaram um bom termo”, apontando à suspensão da greve e retorno das atividades acadêmicas na Universidade. Em denúncia enviada à OAB/MS, a entidade ressalta que as atividades na UFMS já poderiam ter voltado ao normal.

A greve, iniciada em 21 de junho, teve como reivindicação por objetivo exigir do Governo Federal maior aporte de recursos financeiros à educação (10% do PIB), reestruturação da carreira do Magistério Superior e do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT) e recomposição de perdas salariais promovidas pela inflação. De acordo com a ADUFMS, o Governo Federal negociou propostas e recuou em algumas ações que poderiam prejudicar os docentes.

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