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sábado, 2 de maio de 2026

Corpo de Bombeiros chega a sítio que era do goleiro Bruno para escavação

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28/08/2012 15h16 – Atualizado em 28/08/2012 15h16

Corpo de Bombeiros chega a sítio que era de Bruno para escavação

Fonte: G1

O Corpo de Bombeiros e a perícia da Polícia Civil, além de policiais, estão no sítio que era do goleiro Bruno Fernandes, em um condomínio de Esmeraldas, próximo a Belo Horizonte, na tarde desta terça-feira (28) para começar uma nova busca ao corpo de Eliza Samudio. Uma denúncia anônima ao Disque Denúncia na noite desta segunda-feira (27) disse que uma ossada estava entre palmeiras, na entrada da propriedade.

A escavação é feita com picaretas, no ponto indicado pelo denunciante. O advogado do novo dono do sítio, Rodrigo Miranda, disse ao G1 que a autorização para escavação foi dada pelo seu cliente. O defensor ainda disse que as informações da denúncia são vagas quanto à exatidão do local onde estaria o corpo.

Agentes da Polícia Militar (PM), da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros estiveram no condomínio do sítio que pertencia ao goleiro Bruno Fernandes na noite desta segunda-feira (27) após a denúncia, mas não puderam entrar pela falta de mandado de busca de apreensão.

Eliza Samudio era amante do jogador e, segundo denúncia do Ministério Público de Minas Gerais, foi morta no sítio.

Cleiton e Sérgio sofrem atentados

O ex-motorista do goleiro Bruno, Cleiton Gonçalves, foi baleado na noite deste domingo (26) em um bar no bairro Liberdade, na divisa entre as cidades de Contagem e Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A informação foi divulgada pelo chefe do Departamento de Investigações (DI) da Polícia Civil em Minas Gerais, Wagner Pinto, nesta terça-feira (28). O atentado ocorreu há menos de uma semana do assassinato de Sérgio Rosa Sales, primo do jogador.

As investigações da morte de Sérgio, que eram conduzidas pela Delegacia de Homicídios de Venda Nova, que pertence ao Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DIHPP), passaram para a Corregedoria Geral da Polícia Civil nesta segunda-feira (27). Segundo a assessoria da Polícia Civil, a decisão foi tomada porque Sales, à época da investigação sobre o desaparecimento de Eliza Samudio, deu depoimentos informando que teria sofrido constrangimentos no DIHPP. A polícia informou que a corregedoria assumiu a investigação “para evitar qualquer dúvida em relação à transparência”.

A escavação é feita com picaretas, no ponto indicado pelo denunciante.

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