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terça-feira, 12 de maio de 2026

Movimentos sociais lutam por eleições democráticas e vão ao MPF

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29/08/2012 09h38 – Atualizado em 29/08/2012 09h38

Fonte: Assessoria Fetems

Os movimentos sociais, sindicais e estudantis de Mato Grosso do Sul estão dando continuidade à luta por eleições municipais limpas e democráticas neste ano. Nesta terça-feira (28) os dirigentes se dirigiram ao Ministério Público Federal (MPF) para uma reunião com a procuradora responsável pela área eleitoral, Danice Vanessa, para solicitar que o MPF também se posicione em relação a possível coação eleitoral de servidores públicos estaduais, por parte do governador do Estado, André Puccinelli (PMDB).

De acordo com o secretário de finanças da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), Jaime Teixeira, que representou a Federação na reunião no MPF, os movimentos sociais de MS estão cumprindo o seu papel e irão permanecer na luta para manter o direito dos eleitores de escolherem, sem nenhum tipo de pressão, os seus representantes no poder público. “Este direito é garantido na Carta Magna, na Constituição Brasileira e nós, como entidades representativas dos trabalhadores, temos a obrigação de denunciar qualquer fato que venha contra a liberdade e a democracia que tanto demoramos a conquistar”, afirma.

Já para o secretário de comunicação da Federação, Ademir Cerri, que também esteve presente no MPF, as entidades já recorreram a todos os órgãos públicos que poderiam tomar alguma providência sobre o caso e vão acompanhar os desdobramentos das investigações. “Temos esperança de que dessa vez a justiça cumpra o seu papel e ao averiguar os fatos tome as providências cabíveis, pois não aguentamos mais assistir a democracia sendo atingida dessa maneira e nada de concreto ser feito”, disse.

Na ocasião a procuradora afirmou aos dirigentes sindicais que o MPF tomará as providências que cabem a essa instância e que os movimentos sociais estão certos e cumprindo o seu papel ao cobrar dos órgãos públicos de segurança eleições limpas e democráticas.

Os movimentos sociais, sindicais e estudantis que assinam o documento e participam da movimentação além da Fetems, são: CDDH (Centro de Defesa da Cidadania e dos Direitos Humanos “Marçal de Souza Tupã-y”), DCE UFMS (Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de MS), Sindicato dos Bancários de Campo Grande, ACP (Sindicato Campo-Grandense dos Professores), SISTA – UFMS (Sindicato dos Trabalhadores das Instituições Federais de Ensino de Mato Grosso do Sul), Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul (Sindijus/MS), MST – (Movimento dos trabalhadores rurais sem terra / Mato Grosso do Sul), Sindicato dos Ferroviários / Mato Grosso so Sul, CUT/MS (Central Única dos Trabalhadores de Mato Grosso do Sul), Fetricom/MS (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de MS), Sinttel/MS (Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do estado do Mato Grosso do Sul) e Sindicato dos Vigilantes de Campo Grande e Região.

Na manhã de ontem, segunda-feira (27), os dirigentes sindicais protocolaram um documento sobre o caso no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Ministério Público Estadual (MPE), Ordem dos Advogados de Mato Grosso do Sul (OAB-MS) e no Ministério Público Federal (MPF), em todos os órgãos, menos no MPF, os sindicalistas se reuniram com os representantes dos órgãos públicos de segurança, por isso hoje voltaram ao Ministério Federal para conversar com a procuradora.

Nesta terça-feira (28) os dirigentes se dirigiram ao Ministério Público Federal, para uma reunião com a procuradora responsável pela área eleitoral.

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