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terça-feira, 12 de maio de 2026

Quase 30% das universidades receberam nota baixa em avaliação do MEC

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08/12/2012 09h32 – Atualizado em 08/12/2012 09h32

Fonte: EBC

Brasília – O Ministério da Educação (MEC) divulgou hoje (6) o Índice Geral de Cursos (IGC), avaliação anual dos cursos e das instituições de ensino superior brasileiras referente a 2011. Foram avaliados 8.665 cursos que compõem as notas de 1.387 universidades, faculdades e centros universitários.

O IGC é um índice que avalia cursos de graduação e pós-graduação (mestrados e doutorados) utilizando para isso a média ponderada do Conceito Preliminar de Curso (CPC), na graduação, e da Nota Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), na pós-graduação. Em 2011, 27% dos cursos não alcançaram desempenho suficiente no IGC de acordo com os parâmetros do MEC e tiveram notas 1 e 2, em uma escala de 1 a 5. A nota mínima da instituição para participar de políticas como o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) é 3. Caso não alcance a meta, a instituição pode ser punida.

Em 2011 foram avaliados cursos das áreas de ciências exatas, licenciaturas, além de cursos dos eixos tecnológicos de controle e processos industriais, informação e comunicação, infraestrutura e produção industria. Cada área do conhecimento é avaliada de três em três anos. Mercadante, considerou que entre 2008 e 2011 houve uma melhora “generalizada” na qualidade dos cursos e instituições. Na avaliação anterior dessas áreas em 2008, 28,4% das 2.128 instituições avaliadas tiveram notas 1 e 2 e 1% das instituições atingiu nota máxima, 5. Em 2011, esse índice subiu para 1,3%. Para o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, houve uma melhora generalizada no ensino superior nos últimos três anos.

“A avaliação e os instrumentos de politica econômica que acompanham a avaliação, como Prouni e o Fies, fomentaram a melhoria da qualidade de ensino. (…) A conclusão é que houve expressiva evolução do ensino superior em todos os níveis nas universidades, centros universitários e faculdades” .

O ministro da Educação, Aloízio Mercadante, avalia que a qualidade dos cursos melhorou (Marcello Casal Jr./ABr)

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