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segunda-feira, 30 de março de 2026

Investigações apontam que PM foi feito refém antes de ser morto por indígenas

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13/04/2013 22h27 – Atualizado em 13/04/2013 22h27

Fonte: Douradosagora

O delegado Marcelo Batistela, um dos responsáveis pelo caso do assassinato do cabo aposentado da Polícia Militar e também produtor rural, Arnaldo Alves Ferreira, de 68 anos, deu novas informações a respeito do ocorrido. A vítima foi assassinada com golpes de facão e flecha no final da tarde desta sexta-feira, durante conflito contra indígenas na zona rural do município de Douradina.

Ferreira possuía um sítio que faz divisa com a aldeia, e de acordo com o delegado, os indígenas cortavam com frequência as cercas da propriedade, fazendo com que o gado escapasse. A polícia apurou que esta situação havia acontecido diversas vezes e que a vítima tentava dialogar com os indígenas, mas sem sucesso.

No início da semana houve sério desentendimento e na tarde desta sexta-feira, o conflito foi desencadeado. Segundo Batistela, o PM foi capturado e ficou refém por quase duas horas, sofrendo agressões neste período. Um indígena de 51 anos também acabou ferido. Os dois foram levados ao Hospital da Vida, onde Ferreira morreu antes mesmo de receber atendimento médico.

Após receber os primeiros socorros, o indígena foi detido acusado de homicídio, entretanto, alega que não participou das agressões e que apanhou dos companheiros da comunidade ao tentar defender o produtor. Autoridades estão em Douradina colhendo mais informações sobre o caso. O clima na região continua tenso. O delegado afirma que não são descartadas prisões de outras pessoas.

O crime aconteceu no município de Douradina (MS)

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