08/06/2013 08h30 – Atualizado em 08/06/2013 08h30
Fonte:Assessoria de Comunicação Social
Fortalecendo o programa antitabagismo a Superintendência Estadual da Fundação Nacional de Saúde de Mato Grosso do Sul realizou na última terça-feira, 05.06, uma palestra com orientações antitabagismo em alusão ao Dia Mundial sem Tabaco, 31.05. Com os médicos que integram a equipe do Instituto de Tratamento do Câncer de Campo Grande, os participantes puderam acompanhar definições, dados estatísticos e influência que o uso do cigarro tem na vida dos tabagistas e das pessoas que os cercam.
Com 12 anos de atuação na Funasa de MS pela qualidade de vida e saúde dos colaboradores, o programa antitabagismo da Instituição coordenado pela assistente social do Setor de Apoio e Assistência Integrada ao Servidor (Soais), Denize Soares, realizou mais uma ação em prol da questão.
O médico radioncologista, Leonardo Alves mostrou um panorama das estatísticas que envolvem o tabagismo no Brasil e no mundo. “O uso do tabaco que começou na época dos Maias e entrou na vida das pessoas sem que elas soubessem os malefícios causados por ele, e hoje se tornou muito difícil ser retirado da sociedade”, afirma Alves.
Segundo a Organização Panamericana de Saúde, o responsável por 90% das mortes por câncer de pulmão nas Américas é o tabagismo, levando também à outros tipos da doença, além de problemas coronarianos, doença pulmonar obstrutiva crônica e acidente vascular cerebral. O cigarro, em sua composição contém 4.720 substâncias químicas, entre elas até mesmo a cetona e inseticida.
Já o oncologista clínico, Alicardo Figueira, ressaltou o aumento do consumo incitado pela indústria do tabaco, e como ele se introduziu na sociedade. “No início se associavam às atividades esportivas e vida saudável para passar uma imagem positiva para a sociedade”, ressaltou Figueira. Foi falado, ainda, que as proibições de uso em determinados lugares, propagandas abolidas das mídias, advertências sanitárias nas embalagens fazem parte de uma estratégia do governo para diminuir o tabagismo no Brasil.
Segundo a coordenadora do programa antitabagismo da Funasa de MS, Denize Soares, a palestra foi rica em informações e ainda destacou um ponto interessante: “os participantes ainda puderam acompanhar dicas práticas para quem deseja parar de fumar, e suas vantagens. Um fato oportuno relatado pelos médicos é que o corpo se regenera dos danos causados pelo tabagismo, os sentidos olfativo e gustativo melhoram, além de devolver a saúde aos pulmões”.
O substituto eventual do superintendente estadual da Funasa de MS, José Vamberto Alves, esteve na palestra e elogiou a atuação do programa antitabagismo da Instituição realizado pelo Soais, “este é um trabalho ímpar, o importante é a continuidade dada a ele por meio da atualização constante das informações sobre o tema”, conclui.

