29/07/2013 14h56 – Atualizado em 29/07/2013 14h56
Fonte: Da Redação
O Cartório do 2º Ofícil – Tabelionato Albuquerque de Amambai abriu as portas nesta segunda-feira (29) com uma grande fila de espera composta, na sua maioria, por indígenas que esperavam para encaminhar pedido para confecção de registro civil.
O aumento na demanda vem sendo gerado devido à mudança nos órgãos que deixaram de aceitar o Rani (Registro Administrativo de Nascimento Indígena), documento expedido pela Funai (Fundação Nacional do Índio) e agora exigem um documento oficial expedido pela comarca.
Para que o documento seja autenticado, é necessário que o indígena leve além do Rani, a carteira de trabalho, ou o CPF (Certidão de Pessoa Física), cópia do livro da Funai e duas testemunhas que já obtiveram o registro civil.
A oficial substituta, que atende no tabelionato, Luzia Ferreira, conta que por dia são feitos apenas seis registros civis, estes que são encaminhados no período matutino e entregues no final da tarde. “Não é possível fazer mais que seis, pois se não estipularmos um numero, passaremos o dia todo em função destes e deixaremos os outros procedimentos de lado”, conta ela.
O tabelionato funciona de segunda a sexta-feira e realiza serviços de atendimento de óbito, registro de recém-nascidos, reconhecimento e autenticação, mais informações podem ser adquiridas pelo número (67) 3481-1003.


