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segunda-feira, 20 de julho de 2026

Sábado (5) é dia de vacinação antirrábica em Amambai

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04/10/2013 09h24 – Atualizado em 04/10/2013 09h24

Sábado (5) é dia de vacinação antirrábica em Amambai

Fonte: Da Redação

A Prefeitura Municipal, através Secretária Municipal de Saúde, realiza neste sábado (5) a vacinação antirrábica que visa imunizar cães e gatos contra a raiva e outras doenças que podem atingir esses bichos de estimação.

O horário de atendimento acontece das 8 e às 17 horas, onde profissionais estarão em escolas das redes de ensino municipal e estadual para aplicar a injeção e preencher a carteirinha de vacinação do animal. A vigilância sanitária estará distribuindo as carteirinhas para animais que não as possuem e informando sobre a importância da vacinação.

Confira abaixo as escolas que participam da vacinação e leve seu animal até a mais próxima:

  • Escola municipal Polo João Rodrigues
  • Escola municipal Flávio Coelho Derzi
  • Escola municipal Julio Manvailer
  • Escola estadual Vespasiano Martins
  • Escola municipal Maria Bataglin Machado
  • Escola estadual Felipe de Brum
  • Escola municipal Antônio Pinto da Silva
  • Escola municipal Marlene Vilarinho
  • Escola estadual Dr. Fernando Corrêa da Costa

Raiva humana coloca autoridades de saúde em alerta

A raiva é uma doença transmitida principalmente por cães, gatos e morcegos. Quando a raiva é transmitida ao homem, é quase sempre letal. A transmissão da doença acontece quando o vírus, presente na saliva do animal infectado, penetra no organismo, através da pele ou mucosas. Isso pode acontecer por meio de mordidas, arranhões, lambidas ou pelo contato com a mucosa dos animais contaminados. No meio rural, o morcego do tipo hematófago, que se alimenta de sangue, é o maior transmissor da doença para humanos, bovinos, eqüinos, suínos e macacos.

Quando os sintomas da raiva se manifestam em humanos, é quase impossível tratar e curar. Todo o tratamento tem que ser feito durante o período de incubação da doença, no prazo de dez dias a dois meses após a agressão. Qualquer pessoa que for mordida por um animal silvestre deve, imediatamente, procurar atendimento em uma unidade de saúde mais próxima, para ser medicada.

Como evitar

Além da vacinação dos animais domésticos, você pode procurar a secretaria de saúde do município para capturar os animais de rua, que podem portar a doença. Nas cidades, caso você perceba a presença de morcegos, deve-se notificar o departamento de zoonoses. Algumas medidas simples podem diminuir o contato com animais portadores da doença. Por exemplo, deve-se iluminar as áreas externas das casas, colocar telas nas janelas, portas e buracos. Fechar os porões, cômodos poucos utilizados ou que permitam o alojamento desses animais. Os morcegos utilizam também, como moradia, os forros do telhado, garagens, casas de máquinas de elevadores, caixas de persianas, edifícios abandonados, copas e troncos ocos de árvores.

Como tratar

Lavar imediatamente o local com muita água e sabão ou detergente e em seguida passar álcool. Quanto mais rápido a ferida é lavada, melhor é a eliminação do vírus do local afetado. Em seguida, deve-se procurar imediatamente um posto de saúde para orientação e tratamento preventivos contra a raiva. O mais indicado às pessoas que vivem o risco de agressão por morcegos é a vacina anti-rábica após a mordida. Entretanto, em algumas situações de surto, por exemplo, a imunização pode ser feita antes das agressões. É importante que diante de uma agressão, saibam-se dados sobre o animal, se ele teve contato com outros animais, e, principalmente, se a agressão ocorreu após animal ter sido incomodado retirado o alimento, acordado subitamente, etc. Uma vez havendo uma causa justificável para a agressão, a raiva passa a ser pouco provável. Após a agressão, o tratamento mais indicado é soro e a vacina antes que a doença faça progressão para o sistema nervoso.

Quais os sintomas

O primeiro sintoma é febre pouco intensa (38º) acompanhada de dor de cabeça e depressão. Em seguida, a temperatura torna-se mais elevada, indo de 40º a 42º acompanhada de mal-estar, formigamento, perda de sensibilidade no local agredido e náuseas. Durante três dias, em média, a vítima fica inquieta e agitada. No período de extrema excitação, ela pode apresentar ataques de terror e depressão, tendência à gritaria e agressividade, com acessos de fúria, acompanhados de alucinações visuais e auditivas, além de baba e delírio.

No próximo estágio da evolução da doença, o infectado torna-se hidrófobo e não consegue beber água, sofre espasmos (contração involuntária e não ritmada do músculo) dolorosos na laringe e faringe e passa a respirar e engolir com dificuldade. Os espasmos estendem-se a outros músculos depois. Nota-se a paralisia flácida da face, tronco, extremidades dos membros, língua, músculos da deglutição e oculares. A raiva lesa o sistema nervoso central e leva à morte o infectado após sua curta evolução.

Em caso de cão raivoso, há uma mudança comportamental que chama bastante a atenção. Um cão dócil começa a atacar todas as pessoas sem motivo, rejeita inclusive a alimentação. Começa também a se esconder, parece desatento e, às vezes, não atende ao próprio dono.

Sábado (5) é dia de vacinação antirrábica em Amambai

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