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sexta-feira, 8 de maio de 2026

Mesmo com alerta para riscos, ANP licita exploração de gás de xisto no país

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02/12/2013 13h47 – Atualizado em 02/12/2013 13h47

Fonte: Agência CNM

Mesmo com alerta de diversas entidades de representação de classes, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) promoveu a 12ª Rodada de Licitações que, entre outros aspectos, inicia a exploração de gás de xisto nas bacias sedimentares do país. O leilão ocorreu no dia 28 de novembro. Um dia antes, um Projeto de Decreto Legislativo (PDC) foi apresentado para sustar a exploração de gás natural, incluindo o gás não convencional

As justificativas para diversas manifestações contrárias a exploração do não convencional óleo ou gás de xisto no país está nos altos riscos que apresentam. Como por exemplo: a contaminação da água potável, os danos ao meio ambiente e o impacto na saúde da população. Por falta comprovações que anulem os riscos, a extração do gás já foi proibida na França e Bulgária. Países como República Tcheca, Romênia, Alemanha e Espanha também decidiram aprofundar pesquisas.

A camada de sedimentos que pode gerar gás de xisto fica abaixo dos aquíferos, reservas de água que abastecem centenas de cidades. Principalmente, na bacia do Paraná no Brasil. De acordo com o analista ambiental da Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina, Tarcísio Possamai, essas explorações de xisto terão que ser devidamente licenciadas e será preciso muito cuidado para não afetar águas. Ele lembra o caso da extração indevida de carvão no Estado anos atrás, que causou danos ainda não recuperados. A primeira fase será de exploração do potencial.

Nesta segunda-feira, 2 de dezembro, o governo firmou o primeiro contrato de partilha da área do pré-sal com as empresas vencedoras do leilão.

As justificativas para manifestações contrárias a exploração do não convencional óleo ou gás de xisto no país está nos altos riscos que apresentam

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