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sexta-feira, 8 de maio de 2026

Rio Sena inspira despoluição do Tietê

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11/12/2013 09h08 – Atualizado em 11/12/2013 09h08

Fonte: Brasil 247

Não há vista mais mágica da Torre Eiffel do que a bordo do Bateau Mouche no entardecer. E pensar que até o início dos anos 60 esse passeio era considerado improvável. O rio Sena era um dos mais poluídos da França, degradado pela retomada industrial pós-guerra e pelo esgoto doméstico.

Na época, os cientistas consideravam o rio como biologicamente morto, com apenas três das 32 espécies de peixes nativos identificáveis. Mas em 1964 o país criou uma rede de tratamento e de recuperação do ecossistema. Em 2009, autoridades francesas comemoraram a volta dos salmões ao Sena depois de quase um século devido à gradativa melhora da qualidade das águas. Hoje, 16 milhões de pessoas vivem a sua margem e a meta é que até 2015 o rio esteja completamente limpo.

A fiscalização sobre o rio também é rigorosa. A multa contra poluição pode chegar a 100 milhões de euros e todo o dinheiro arrecadado é investido em sua purificação.

O modelo se tornou uma referência mundial e agora traz esperanças para o Rio Tietê, em São Paulo. Na próxima sexta-feira, o presidente da França François Hollande e o governador paulista Geraldo Alckmin assinarão um pacote de 50 iniciativas conjuntas que inclui a cooperação para a despoluição do Tietê, a recuperação e urbanização da Serra do Mar e o desenvolvimento urbano em municípios do Litoral Norte.

Governador Geraldo Alckmin (PSDB) vai assinar parceria com o presidente francês, François Hollande, para trazer técnica de recuperação do Sena ao país

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