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domingo, 3 de maio de 2026

Aiea vê progressos para desativação da usina de Fukushima

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13/02/2014 14h21 – Atualizado em 13/02/2014 14h21

A pedido do governo japonês, técnicos da Agência Internacional de Energia Atômica fizeram uma análise do plano para desmembrar a planta nuclear; acidente no local completa três anos em abril.

Fonte: Rádio ONU

A Agência Internacional de Energia Atômica, Aiea, entregou ao governo do Japão um relatório que traz uma análise sobre os esforços para desativar a usina nuclear de Fukushima Daiichi.

O acidente no local foi causado pelo terremoto e o tsunami que atingiram o país em abril de 2011, há quase três anos. A pedido do Japão, técnicos da Aiea visitaram a usina no ano passado; a primeira equipe em abril e a segunda entre novembro e dezembro.

Complexidade

A meta era fornecer uma análise independente sobre os planos de médio e longo prazo para desativar Fukushima, usina controlada pela Tepco.

O relatório final ficou pronto na quarta-feira e a Aiea considera que o Japão “estabeleceu uma boa base para melhorar sua estratégia e ter os recursos necessários para a desativação segura” da planta nuclear.

Mas a agência da ONU diz que a situação ainda é “muito complexa, com desafios que precisam ser resolvidos”. Os técnicos da Aiea examinaram vários pontos, incluindo os trabalhos da Tepco para controlar o grande volume de água contaminada em Fukushima.

Alimentos

A Aiea pede à Tepco que acelere os trabalhos para tratar essa água, prepare medidas de segurança e analise os impactos ambientais para a possível retirada do líquido do local.

A equipe avaliou também como o Japão está monitorando a radiação na água do mar e na cadeia alimentar. A Aiea considera que o governo japonês está conseguindo garantir que produtos marinhos, como peixes, estejam seguros para a venda.

O relatório reconhece os progressos para a desativação da usina de Fukushima e a Aiea oferece apoio técnico e político em várias questões, como remoção de combustível e manejo da água contaminada no local.

Visita da missão da Aeia à planta nuclear de Fukushima. Foto: Aeia/Giovanni Verlini

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