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sábado, 9 de maio de 2026

MEC acompanha processos na UFMS

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14/02/2014 15h22 – Atualizado em 14/02/2014 15h22

MEC acompanha processos na UFMS a pedido da vereadora Luiza Ribeiro e do vereador Coringa

Fonte: Da Assessoria

No mês de outubro de 2013, durante visita do Ministro da Educação Aloísio Mercadante a Campo Grande, foi entregue pela vereadora Luiza Ribeiro (PPS) e vereador Coringa (PSD) um documento solicitando intervenção na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e o afastamento da reitora Célia Maria Corrêa, e do vice-reitor Dr. João Ricardo F. Tognini, objetivando garantir a isenção nas investigações de diversas denúncias apresentadas pelo Ministério Público Federal e Controladoria Geral da União, à CPI do Hospital do Câncer e do Hospital Universitário, referente à má gestão de recursos na universidade e, especialmente do HU.

Na tarde de terça-feira (11) o assessor especial de controle interno do MEC, Francisco Bessa, informou, em contato com o gabinete da vereadora, que o pedido está sendo analisado e que foi aberto processo administrativo no âmbito do Ministério da Educação para averiguar as denúncias e acompanhar o andamento das comissões disciplinares instituídas pela Universidade.

“O MEC informou que, em janeiro, houve uma visita desta equipe a UFMS e que os trabalhos estão em fase de finalização. Esperamos os resultados na expectativa de aclarar as dúvidas e suspeitas de má aplicação dos recursos públicos destinados a saúde e a educação. A Universidade, como centro de difusão do saber e da pesquisa tem um papel importantíssimo no desenvolvimento da sociedade, e deve dar exemplo de transparência e cuidado com a coisa pública”, comentou a vereadora Luiza Ribeiro.

Denúncias

Em 2013, sob suspeita de desmonte da rede pública e monopólio do setor particular no tratamento do câncer a Policia Federal deflagrou a Operação Sangue Frio, na época o serviço de radioterapia era fornecido apenas pelo Hospital do Câncer, que por sua vez terceirizava a Neorad.

Na UFMS as investigações tiveram início depois da recusa da diretoria do Hospital Universitário em aceitar recursos do Ministério da Saúde destinados a reativação do setor de radioterapia. Já foram instaurados 58 inquéritos civis contra a UFMS no Ministério Público Federal, sendo 29 deles só em 2012, por possíveis improbidades administrativas como superfaturamento, contratação e pagamento a empresas ligadas a diretores do hospital, concessão irregular de bolsas, fraude em pregões eletrônicos entre outras.

UFMS

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