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sábado, 9 de maio de 2026

Movimentos debatem plebiscito do sistema político em MS

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27/02/2014 08h45 – Atualizado em 27/02/2014 08h45

Movimentos debatem Plebiscito pela Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político em MS

Fonte: Fetems

Fórum dos Movimentos Sociais e Sindicais Cutistas de Mato Grosso do Sul, se reuniu no final da tarde, desta quarta-feira (26), na sede da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), para debater questões como Plebiscito pela Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político, que está sendo puxado a nível nacional pela sociedade organizada para debater a necessidade de uma reforma política no Brasil.

De acordo com o presidente da Fetems, Roberto Magno Botareli Cesar, o tema é de extrema importância e os movimentos de MS estão se organizando para estar dentro desse processo. “O Plebiscito Popular permite que milhões de brasileiros expressem a sua vontade política e pressionem os poderes públicos a seguir a vontade da maioria do povo e é isso que queremos, portanto estamos somando a milhões de brasileiros na luta pela Reforma Política e esse momento nosso aqui é para nos organizarmos e definirmos como vamos participar deste processo”, afirma.

Segundo o presidente da CUT/MS (Central Única dos Trabalhadores), Genilson Duarte, Precisamos mudar “as regras do jogo”, mudar o Sistema Político Brasileiro. “Isso só será possível se a voz dos milhões forem ouvida. Como não esperamos que esse Congresso “abra seus ouvidos” partimos para a ação, organizando um Plebiscito Popular que luta por uma Assembleia Constituinte, que será exclusivamente eleita e terá poder soberano para mudar o Sistema Político Brasileiro, pois somente através dessa mudança será possível alcançarmos a resolução de tantos outros problemas que afligem nosso povo”, disse.

Os movimentos definiram que no dia 31 de março realizarão uma grande Plenária de formação do Plebiscito e de debate sobre o projeto a ser defendido para MS e para o Brasil neste ano decisivo para o país, que é quando o povo vai as urnas decidir os seus representantes. Segundo o Fórum a data foi escolhida como forma de protesto e reafirmação contra qualquer forma de Ditadura, já que nesse dia se completa 50 anos do Golpe Militar de 1964.

Vários sindicatos cutistas, lideranças de movimentos diversos como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), indígenas, negros, juventude, participaram da reunião.

De acordo com o presidente da Fetems, Roberto Magno Botareli Cesar, o tema é de extrema importância e os movimentos de MS estão se organizando para estar dentro desse processo.

Segundo o Fórum a data foi escolhida como forma de protesto e reafirmação contra qualquer forma de Ditadura, já que nesse dia se completa 50 anos do Golpe Militar de 1964.

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